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Excesso de sedentarismo preocupa autoridades de São Paulo

Estudo envolveu a cidade de São Paulo e outras 13 regiões do Estado.

Estudo envolveu a cidade de São Paulo e outras 13 regiões do Estado.

Um em cada cinco cidadão paulista é sedentário ou não realiza qualqure tipo de atividade física. A conclusão é de um estudo realizado pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. O levantamento ocorreu em 2008, quando foram ouvidas cerca de 2,6 mil pessoas de ambos os sexos, acima de 14 anos, de diferentes faixas etárias, escolaridade, classes sociais e profissões na cidade de São Paulo e outras 13 regiões do Estado. O trabalho foi realizado em parceria com o Celafiscs, de São Caetano do Sul, entidade não governamental que executa o programa Agita São Paulo, da Secretaria.

Do total de entrevistados, 19,4% não atendem às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para o acúmulo de 30 minutos de atividades físicas, que exijam movimento corporal, pelo menos cinco dias por semana.

Os totalmente sedentários, que praticam zero de atividade física, representaram 3,4% dos participantes da pesquisa. Outros 7,4% informaram que realizam atividades em tempo e quantidade de dias insuficientes. E 8,6% erram ou no tempo ou no número de dias em que praticam exercícios.

“Essas pessoas são sérias candidatas a terem problemas de saúde. O sedentarismo é uma doença que leva a outras doenças, como obesidade, infarto e outros problemas cardiovasculares”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.

O levantamento também apontou aumento do número de paulistas ativos ou muito ativos fisicamente. Dos entrevistados, 64,7% foram considerados ativos (acumulam pelo menos 30 minutos diários de exercícios), e 15,9%, muito ativos, ou seja, fazem até mais do que o recomendado. Em 2006 a porcentagem dos considerados ativos ou muito ativos foi de 62,1% e 13,4%, respectivamente.

Para a realização do estudo foi aplicado questionário internacional da atividade física (Ipaq – International Phisical Activity Questionnaire). A cidade de Curitiba foi utilizada como área de controle, para efeito comparativo. Lá o índice de ativos, num universo de 400 entrevistados, caiu de 70,5% para 52,8% entre 2006 e 2008, e o de muito ativos subiu de 11,8% para 16,8%. O percentual de curitibanos totalmente sedentários cresceu de 3,9% para 9,8% no mesmo período.

A pesquisa apontou, ainda, que as mulheres continuam sendo mais ativas fisicamente que os homens. Entre os entrevistados do sexo masculino houve 58,3% de ativos e 19,9% de muito ativos. Já entre as mulheres foram 71% de ativas e 11,9% de muito ativas.

Texto: Vida Sustentável com informações da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

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