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Aquecimento global pode causar escassez de arroz, diz FAO

Foto: Francisco Gilásio/Governo Piauí

Um estudo feito com a participação da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, revela que a produção de arroz no mundo está sendo ameaçada por alterações climáticas.

Segundo a agência, cerca de 3 bilhões de pessoas consomem arroz diariamente em todo o mundo. O alimento é importante para garantir segurança alimentar e combater a pobreza. A pesquisa, que levou seis anos para ser concluída, sugere que a subida constante de temperaturas vai enfraquecer a produção nos arrozais na Ásia.

O estudo é baseado no acompanhamento da produção em 227 arrozais nos maiores produtores asiáticos, que geram mais de 90% do arroz consumido no mundo. Os organizadores da pesquisa acreditam que a queda na produção de arroz possa levar um maior número de pessoas à pobreza e a passar fome.

Texto de João Rosário, da Rádio ONU em Lisboa.

3 Responses to “Aquecimento global pode causar escassez de arroz, diz FAO”

  1. 1
    roosevelt s. feranndes:
    Em andamento, pela Federação da Agricultura do Estado do Espírito Santo e apoio do NEPA, uma pesquisa de âmbito estadual voltada ao estudo da percepção ambiental dos produtores rurais (o que pensam, sobre meio ambiente, os produtores rurais do ES?).

    Roosevelt S. Fernandes
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

  2. 2
    roosevelt s. feranndes:
    Estamos dsiponibilizando, para reflexão, resultado de pesquisa (envolvendo católicos e evangélicos) realizada na Grande Vitória (ES) voltada ao estudo da percepção ambietnal da sociedade frente à problema´tica das Mudanças Climáticas.
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br
  3. 3
    roosevelt s. feranndes:
    PRÉ REFLEXÕES – SEMANA DO MEIO AMBIENTE

    1 – O que deve / precisa mudar na Educação Ambiental do século XXI em relação àquela adotada no século XX

    O processo de estruturação de Programas de Educação Ambiental deve ter seu foco ampliado. Da fase dos “especialistas em EA” deve passar (também) a envolver o professor “em sala de aula”. Perceba que não estamos excluindo os primeiros – nem poderia – mas enfatizando (e muito) o papel dos professores que convivem (efetivamente) com os alunos em sala de aula. Pelo menos estes (os professores) devem dispor de instrumentos (de baixo custo e de fácil aplicação) para avaliarem o perfil prévio de percepção ambiental de seus alunos (pré diagnóstico) – ou seja, como eles (alunos) percebem os diferentes pontos da temática ambiental – para que possam analisar se os programas de EA que estarão oferecendo a seus alunos atendem às necessidades / expectativas dos mesmos. Da mesma forma (pós diagnóstico), avaliar a eficácia do programa, ou seja, quais as alterações no perfil de percepção ambiental induzidas a partir da implantação do programa. Portanto, a integração entre quem propõe a ação (especialistas) e quem administra (de fato) o problema em sala de aula, se mostra como simultânea e imprescindível. E assim que vemos – visão dinâmica – a EA do século XXI em relação a até então adotada (e com sucesso) no século XX.

    2 – A sociedade e a percepção ambiental em relação a problemática (causas, efeitos, prós e contras) das Mudanças Climáticas – A realidade na Grande Vitória.

    Disponível aos interessados, a pesquisa que tomamos como base para este comentário.
    A pesquisa mostra uma sociedade que se diz “conhecedora da temática” – na verdade “conhece os termos utilizados na discussão da temática” – mas, que revela, quando perguntada “como pode contribuir para a causa”, uma preocupante realidade. Ou seja, um “exército” que se diz motivado para a batalha, mas que parece não conhecer (pelo menos ao nível mínimo que deveria) as armas a serem utilizadas. É esta a sociedade que desejamos? Será que vamos ter de esperar a Semana de Meio ambiente de 2012 para voltar a pensar neste assunto?

    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    Grupo sem fins lucrativos
    roosevelt@ebrnet.com.br

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