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Organizações alertam para uso de praguicidas e cultivo de transgênicos na Costa Rica

 “Parem de fumigar”. É com esse lema que organizações ambientalistas pretendem chamar atenção da sociedade da Costa Rica para os riscos do uso indiscriminado de praguicidas no país. A campanha será lançada no próximo domingo (20), em frente ao Bar La Caribeña, em San José. A ideia é percorrer as feiras de Zapote e de Hatillo. A campanha faz um alerta para o uso de uma substância que prejudica tanto o meio ambiente quanto a saúde humana: o praguicida. Apesar da nocividade, o produto ainda é muito utilizado na Costa Rica. De acordo com informações do diário El Pregón, o país é o campeão mundial em uso do veneno.

A importação do produto também é alta no país. Segundo pesquisa publicada em 2009 pelo Instituto Regional de Estudos em Substâncias Tóxicas (Iret), Costa Rica aumentou em 340% a importação dos praguicidas em um prazo de 30 anos: enquanto em 1977 as importações giravam em torno de 2.648 toneladas métricas de ingrediente ativo; em 2006, 11.636 toneladas do produto entraram no país. Outro dado no estudo que preocupa é que a quantidade de área agrícola não acompanhou o aumento das importações dos praguicidas. “Isto significou que o índice de praguicida importado por hectare passou de 8,2 [kg, em 1977] a 25,8 kg [em 2006] i.a [ingrediente ativo]”, destaca a pesquisa.

Durante esses 30 anos, o país importou 184.817 toneladas de ingredientes ativos dos praguicidas. Nesse período, os fungicidas foram as substâncias mais importadas, com 46% do total. Em seguida foram: os herbicidas, com 28%; os inseticidas, com 16%; os fumigantes, com 7,6%; e outros grupos de praguicidas, com 1,2%.

Texto de Karol Assunção – Adital.

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