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InGá aprova projeto sobre frutas nativas junto ao Fundo Pró-Ambiente de POA

Pé de guabiroba

No dia 19 de agosto, a Prefeitura de Porto Alegre, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, divulgou o resultado da avaliação dos projetos que concorreram ao Edital 02 do Fundo Pró-Ambiente (FUNPROAMB), relativo ao primeiro semestre do ano. Entre os projetos que já haviam passado pela primeira fase, o projeto intitulado Pró-Frutas Nativas de Porto Alegre (FNPA), do Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (InGá), recebeu a maior pontuação de todos: 90.

Com esta pontuação (que, para ser aprovado, deveria ser de no mínimo 70 pontos), o  InGá receberá verba municipal para efetivar a execução do seu projeto que tem orçamento de pouco mais de 45 mil reais. Para o coordenador geral do InGá, Vicente Medaglia, a aprovação do projeto representa um reconhecimento da qualidade técnica do InGá, já que o mesmo traz temas com os quais a entidade e seus integrantes já vêm trabalhado há muitos anos.

O projeto tem os seguintes objetivos: 1. Recolher e divulgar conhecimentos sobre as FNPA em diversas mídias, incluindo aspectos botânicos, agronômicos e etnobiológicos. 2. Discutir com o público interessado estratégias de fomento sobre a conservação e a utilização sustentável das FNPA. 3. Desenvolver pesquisa sobre a localização e propagação das seguintes espécies de maior destaque de FNPA: guabirobeira (Campomanesia xanthocarpa), pitangueira (Eugenia uniflora), cerejeira-do-mato (Eugenia involucrata), araçazeiro (Psidium cattleyanum), guabiju (Myrcianthes pungens) e butiá (Butia capitata).

A SMAM lançou, no final de 2010, o segundo edital do FUNPROAMB para selecionar projetos de entidades que trabalham o tema ambiental. Será a primeira vez que o InGá acessará verbas municipais para executar um projeto seu. Para a entidade, a verba pública assegura um trabalho independente e com foco nos objetivos a que ela se propõe. “O InGá prima em manter a sua autonomia política e ideológica. Nesse sentido, o acesso a recursos públicos, via editais, é uma das formas que consideramos ser mais legítima para o trabalho da ONG, junto à doação de pessoas físicas”, ressalta Vicente.

Fonte: InGá Estudos Ambientais.

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