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Liberação de transgênicos é feita em meio ao desconhecimento

A falta de informação e de estudos sobre os transgênicos não têm impedido as liberações para o plantio em todo o mundo. Neste contexto, as populações ficam sem garantias de que os alimentos que estão comprando são saudáveis.

Dados do Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA) apontam que no Brasil, só na safra de 2010 e 2011, as plantações de soja, milho e algodão transgênicos alcançaram quase 25 milhões de hectares. Ou seja, uma área equivalente a 25 milhões de campos de futebol.

Gabriel Fernandes, da Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa (ASPTA), critica a Lei de Biosegurança brasileira. De acordo com ele, a pressão das empresas para liberar transgênicos tem pesado mais que a segurança alimentar das pessoas.

A Europa é grande importadora de transgênicos, a maior parte destinada a alimentar os animais. Para falar sobre esta realidade, Annemarie Volling, da Associação Alemã de Trabalhadores Rurais, foi entrevistada. Ela conta como tem se dado o processo de liberação de sementes transgênicas no continente europeu.

As reportagens da série “Comida ou Mercadoria: do que se alimenta o mundo?” são resultado de um trabalho da Pulsar Brasil em conjunto com a radio matraca, de Berlim, e a Radio Dreyeckland, de Freiburg, grupos de mídia alternativa da Alemanha.

Esta matéria faz para da série de reportagens “Comida ou Mercadoria: do que se alimenta o mundo?”, produzida pela Agência Informativa Pulsar Brasil.

Fonte: Pulsar Brasil.

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