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IDEC apresenta estudo sobre feiras de produtos orgânicos no país

Para quem quer comprar alimentos e se alimentar de forma mais sustentável e saudável, o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC) acaba de publicar um importante levantamento das feiras de produtos orgânicos e agroecológicos, a Rota dos Orgânicos. Dentre as capitais, Brasília aparece em segundo lugar, com 18 feiras catalogadas. Um número bastante representativo, que pode ser verificado aqui, com endereços e datas.

Entretanto, todas as feiras estão localizadas no Plano Piloto, distantes de onde moro. Como não tenho carro, uso transporte coletivo, encontrei a opção de comprar na Feira do Guará, que tem a vantagem de ter o metrô na porta. Ir à Feira do Guará virou a rotina agradável do sábado de manhã. Vou primeiro na banca da Kátia, onde encontro produtos orgânicos,  todos tem um rótulo com a certificação e o nome do produtor. Ela compra diretamente dos produtores, e me disse que o ponto de encontro com eles é no Mercado Orgânico, que fica no CEASA. Nesta banca também encontro cereais, grãos, cogumelos e sushi sem peixe, importante já que sou vegetariana.

Mas nem sempre tem tudo que eu preciso orgânico, e aí vou para outras bancas. Tem a banca da Helena, que é a mais movimentada da feira. Alguns vegetais são produzidos por eles, e lá sempre encontro ovo azul (que no Chile é um produto protegido pelo Slow Food). Aproveito ainda para passar na banca das Baianas, e comprar goma para tapioca fresquinha, beiju, bolo de puba, tudo feito pela família. Compro também, em outras bancas, queijo de Minas artesanal, mas infelizmente ainda não encontrei um queijo de excelente qualidade por lá.

Outra alternativa para mim é comprar na Feira dos Produtores de Águas Claras, que acontece nos sábados e domingos de manhã, perto da estação de metrô Águas Claras. De produtor mesmo tem uma banca de produtos orgânicos, da Chácara Luciana de Corumbá (GO), e uma banca vendendo bolos e biscoitos caseiros. Tem outras bancas vendendo verduras, frutas, legumes, ovos, queijos, peixes, condimentos e especiarias, mas não são produtores. Tem também uma banca de pastel, outra de pamonha, e algumas vezes que estive lá tinha até um violeiro. Infelizmente, desde que moro aqui, esta feira já mudou 3 vezes de lugar, tem pouquíssimo apoio e merece muito mais atenção e cuidado por parte da administração regional.

Fonte: Alimento para pensar.

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