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Cúpula dos Povos quer justiça social e ambiental através da diversidade

Milhares de pessoas reunidas no Aterro do Flamengo (Foto: EcoAgência)

A Cúpula dos Povos, no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro, é uma babel de línguas, costumes, culturas e ideias. O objetivo é colocar em prática as propostas de transformação da sociedade, de forma prática. São oficinas, debates, feiras de troca, conferências, vídeo-conferências sobre os mais diversos assuntos e uma simples caminhada mais atenta pelo Aterro do Flamengo permite perceber o quão diversificada e frutífera é esta assembleia. Reunindo milhares de pessoas, a Cúpula dos Povos se propõe desde o dia 15 de junho a denunciar as causas da crise socioambiental, apresentar soluções práticas e fortalecer movimentos sociais do Brasil e do mundo.

Estruturada nestes três pilares, a assembleia permanente dos povos será, como o próprio nome diz, o espaço do povo na Conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável, a Rio+20, que acontece entre 13 e 22 de junho, em que somente chefes de estado, diplomates e autoridades terão acesso. Através da denúncia das causas estruturais das crises, das falsas soluções e das novas formas de reprodução do capital, a Cúpula pretende mostrar à sociedade civil quais as origens dos problemas sociais e ambientais do planeta, que segundo Ivo Lesbaupin, da Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong), serão escondidos pela Conferência da ONU.

A participação de representantes de diversos países irá permitir a apresentação de soluções e novos paradigmas dos povos para os problemas mais graves enfrentados hoje no mundo. Boa parte das soluções exibidas já são praticadas, mas ainda não receberam a devida visibilidade, ficando restrtritas a suas localidades de origens. O terceiro eixo no qual se estrutura a Cúpula vai estimular organizações e movimentos sociais a articular processos de luta anticapitalista pós-Rio+20. Assim, os grupos deverão integrar agendas e campanhas para o período que se segue as atividades.

Por Raíssa Genro, especial para a EcoAgência de Notícias.

One Response to “Cúpula dos Povos quer justiça social e ambiental através da diversidade”

  1. 1
    João Cirino Gomes:
    Abaixo-assinado pelo fim da imunidade e impunidade!

    ESTE É O PRIMEIRO PASSO PARA TERMOS UM PAÍS DEMOCRÁTICO, COM DIREITOS IGUAIS E JUSTIÇA SOCIAL!

    E quem quiser ser candidato que seja, pode até mentir, mas se roubar será preso e terá que devolver aos cofres públicos os produtos de suas falcatruas!

    Pois é a oportunidade e impunidade, que esta fazendo o ladrão neste país indiferente de partido,raça,cor ou credo!

    E que adianta criticar generalizando; se os políticos desonestos continuam aprovando leis e emendas só visando seus benefícios?

    Vamos deixar bem claro> Enquanto houver IMUNIDADE PARLAMENTAR,
    ou FÓRUM PRIVILEGIADO, não haverá justiça social, nem democracia; pois em
    uma democracia, os direitos são iguais, e sempre predomina a vontade da maioria.

    Se analisarmos corretamente; somos nós mesmos; “esta população inocente”, que lhes da à chave do cofre e o poder de semi deuses, deixando que desfrutem da lei de imunidade parlamentar!

    “ESTE PROCEDIMENTO” é o mesmo que dar um cheque assinado em branco a um estranho! E quem acaba sem ação, sendo malhados e pagando contas indevidas, são os políticos bem intencionados, se é que ainda existem, os cofres públicos e o povo em geral.

    Mas com boa vontade, poderemos esclarecer boa parte da população!

    Vamos deixar claro Lista das corrupções no Brasil

    Caso esteja de acordo, divulgue; pois uma andorinha sozinha não faz verão!

    Os signatários

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