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Direitos desrespeitados pelo uso de transgênicos

Entre os danos causados pelos transgênicos estão desmatamento, aumento do uso de herbicidas e destruição da subsistência dos povos indígenas

Entre os danos causados pelos transgênicos estão desmatamento, aumento do uso de herbicidas e destruição da subsistência dos povos indígenas

Professor do Mestrado em Educação nas Ciências da Unijuí, Antônio Andrioli e Via Campesina Brasil apresentam relatório sobre desrespeito do Brasil ao Pacto de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais das Nações Unidas.

De acordo com informações do Boletim por um Brasil Livre de Transgênicos o relatório apresentado em Genebra, Suiça, esta semana, mostra que o Brasil não estaria cumprindo o Pacto. São signatários 140 países, incluindo o Brasil.

Segundo o professor Andrioli, como “consequência da introdução dos transgênicos, os direitos das pessoas à auto-determinação, o direito à alimentação e o direito à saúde estão sendo massivamente infringidos no Brasil”.

Entre os danos causados pelos transgênicos Andrioli enumerou em seu pronunciamento à ONU no dia 4 de maio: desmatamento, aumento do uso de herbicidas, destruição da subsistência dos povos indígenas e dos pequenos agricultores, monopolização das terras de cultivo e trabalho escravo, entre outros.

O relatório aconselha que o governo brasileiro proiba por lei os transgênicos e assegure o acesso a sementes tradicionais.

Esta semana uma comitiva coordenada pelo Ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, responderá pelo governo brasileiro à ONU em relação às obrigações assumidas a partir da assinatura do pacto.

Entidades da sociedade civil organizada enviaram relatórios à ONU sobre o comportamento do país como subsídio para os questionamentos das Nações Unidas.

Fonte: Agência Pulsar.

Ministério da Saúde oferece teste sobre a qualidade da alimentação

Teste abrange 18 perguntas

Teste abrange 18 perguntas

A área de Alimentação e Nutrição do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde desenvolveu um teste, disponibilizado no site do Ministério, para que a população possa avaliar a qualidade da sua alimentação. São 18 perguntas envolvendo quantidade de frutas, legumes e hortaliças ingeridas, frequência da ingestão de leite e derivados, peixes, carnes vermelhas, quantidade de líquido ingerido por dia e outras questões.

Após o envio das respostas, junto com o resultado, a pessoa tem acesso ao texto “10 Passos para uma Alimentação Saudável para pessoas adultas”. As orientações são direcionadas a pessoas entre 20 e 60 anos, apenas. Da mesma forma, o teste não é indicado para pessoas fora desta faixa etária.

Para que o teste dê um resultado correto, as respostas devem ser com base na realidade de cada pessoa, e não em como ela desejaria que fosse. Vale lembrar que este é apenas um teste de orientação, caso a pessoa necessite de informações específicas é preciso buscar um nutricionista.

Faca o teste aqui

Fonte: Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO).

Processamento e embalagem adequados tornam goiaba mais atraente para consumidor

Combinação de rodelas de goiabas brancas e vermelhas na mesma embalagem torna a fruta mais nutritiva e atraente para o consumidor

Combinação de rodelas de goiabas brancas e vermelhas na mesma embalagem torna a fruta mais nutritiva e atraente para o consumidor

Estudo desenvolvido na Escola de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP de Piracicaba, definiu o estágio de maturação da goiaba para realização do processamento mínimo, bem como a substância inibidora e as embalagens mais adequadas para a conservação dos frutos. A pesquisa da agrônoma Patrícia Maria Pinto aponta que a combinação de rodelas de goiabas brancas e vermelhas na mesma embalagem torna a fruta mais nutritiva e atraente para o consumidor.

As variedades estudadas foram a ‘Kumagai’ (polpa branca) e ‘Pedro Sato’ (polpa vermelha). O estudo foi conduzido em quatro etapas. “De início, promovemos uma avaliação dos melhores estágios de maturação das goiabas para o processamento mínimo”, explica Patrícia. “Os frutos foram colhidos em três estágios, definidos pela cor da casca em verde, verde-claro e verde-amarelado”.

Análises físico-químicas e sensoriais ocorreram no início do experimento e a cada três dias, por um período de nove dias. As goiabas consideradas verdes obtiveram notas abaixo do limite de aceitabilidade quanto à aparência durante as avaliações. Porém, nas goiabas dos estágios de maturação mais avançados, foram observados intensa perda de firmeza e escurecimento da polpa na região placentária, características de senescência.

Na segunda etapa, goiabas dos estágios verde-claro e verde-amarelado foram submetidas, antes do processamento, ao tratamento com 1-Metilciclopropeno (1-MCP) por zero, 3, 6 e 12 horas. O 1-MCP é um inibidor da ação do etileno que reduz a atividade respiratória e ajuda a manter a firmeza dos frutos e coloração das cascas e atmosfera modificada. “A intenção dessa experiência é determinar o tempo ideal de exposição dos frutos ao produto”,conta Patrícia. “O tratamento em que as goiabas ficaram expostas ao inibidor por 12 horas reduziram a atividade respiratória e a produção de etileno das goiabas, mantendo a qualidade físico-química durante o armazenamento”.

O experimento seguinte estudou seis materiais de embalagem, selecionados em função da manutenção de qualidade dos produtos minimamente processados. As embalagens de polipropileno e polietileno de baixa densidade, sob atmosfera modificada passiva, foram eficientes, permitindo a conservação e manutenção da qualidade das goiabas.

Visual
Finalmente, foi avaliada a combinação dos melhores resultados obtidos anteriormente. O resultado considerou goiabas do estágio verde-amarelado, minimamente processadas, tratadas por 12 horas com 1-MCP e embaladas com filme de polipropileno de 52 milímetros (mm). “A combinação das técnicas de controle da senescência no processamento mínimo resultou numa mistura de goiabas brancas e vermelhas, proporcionando, assim, um visual mais atrativo”, ressalta a agrônoma.

Patrícia aponta que a goiaba é uma fruta saudável para consumo e lembra que  a qualidade vermelha é rica em licopeno (o dobro do tomate), enquanto a goiaba branca possui quatro vezes mais vitamina C que a laranja. Além disso, ambas são ricas em fibras e inúmeros outros minerais. “Embora a goiaba seja uma fruta relativamente conveniente, a junção de goiabas brancas e vermelhas, cortadas em rodelas e dispostas numa mesma embalagem, torna o produto altamente atraente e nutritivo”, destaca. “Entretanto, o ponto de colheita e o controle do envelhecimento são questões importantes para o sucesso do processamento”.

Segundo o professor Angelo Pedro Jacomino, que orientou o estudo, frutas como a goiaba e o mamão apresentam um rápido quadro de amadurecimento quando conservados em temperatura ambiente, o que obriga uma comercialização rápida para evitar perdas. “Os principais aspectos de deterioração são o rápido amolecimento, a perda de coloração verde e do brilho e incidência de podridões”, comenta Jacomino, que coordena o Laboratório de Pós-colheita do Departamento de Produção Vegetal da Esalq.

A técnica utilizada na goiaba foi desenvolvida na pesquisa Processamento mínimo de goiabas: estádio de maturação e controle da senescência. “Para a cadeia produtiva, as vantagens desse sistema são o aumento da rentabilidade dos produtores, a fixação da mão-de-obra nas regiões produtoras e a facilitação do manejo do lixo”, afirma o professor. “Restaurantes e redes de fast food também ganham com a versão minimamente processada, pois economizam espaço de armazenamento e tempo de preparo”.

Fonte: Agência USP de Notícias com informações da Assessoria de Comunicação da Esalq.

Feijão para plantio orgânico tem maior rendimento

Todas as variedades pesquisadas responderam bem ao cultivo orgânico.

Todas as variedades pesquisadas responderam bem ao cultivo orgânico.

Um experimento feito com seis variedades de feijão cultivadas em um sistema de produção orgânico mostrou um alto desempenho, com média de 3.500 quilos por hectare. A obtenção de 2.500 quilos por hectare em um plantio tradicional já é considerada uma boa produção.

A pesquisa, que teve como objetivo avaliar a adaptação de cultivares para o sistema orgânico, considerado uma boa alternativa para pequenos produtores, foi feita pela agrônoma Jacqueline Camolese de Araújo durante sua dissertação de mestrado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo de Piracicaba, no interior paulista.

Todas as variedades pesquisadas – quatro do grupo carioca e duas do grupo preto – responderam bem ao cultivo orgânico. Para controlar o besouro vaquinha (Diabrotica speciosa), praga que ataca as plantações de feijão, foi usado o óleo de nim (Azadirachta indica), extraído da planta de origem indiana. Os resultados do experimento, realizado na época do inverno com irrigação, são válidos para as condições naturais da região de Piracicaba, com pouca chuva entre julho e setembro.

Fonte: Agência Fapesp

Terça Ecológica debate os efeitos nocivos do glifosato

No Brasil o tema é silenciado, mas o glifosato é o principal causador de intoxicação

No Brasil o tema é silenciado, mas o glifosato é o principal causador de intoxicação

De olho na discussão que está fervilhando na Argentina, o Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul (NEJ-RS) realiza seu evento mensal com foco no glifosato – princípio ativo do herbicida Roundup, da Monsanto, usado nas lavouras transgênicas Roundup Ready. A discussão acontece dia 5 de maio, às 19h, no Plenarinho da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O convidado da noite é o engenheiro agrônomo Sebastião Pinheiro, que em suas pesquisas constatou a contaminação das águas do Guaíba com essa substância.

O NEJ/RS quer esclarecer e discutir as conseqüências do abuso de agrotóxicos. Na Argentina, uma pesquisa recente revelou que doses mínimas de glifosato causaram defeitos no cérebro, intestino e coração de fetos de várias espécies de anfíbios – um modelo tradicional de estudo para avaliação de efeitos fisiológicos em vertebrados, cujos resultados podem ser comparáveis ao que aconteceria com embriões humanos.

O ‘inofensivo’ glifosato

Vale lembrar que a Monsanto, que possuiu o monopólio da substância por 30 anos e ainda hoje é líder no mercado dos agrotóxicos, sempre “garantiu” que o glifosato é um produto inofensivo para a natureza, os animais e os seres humanos, possuindo nos rótulos do Roundup a informação de que era “biodegradável”. Esse produto começou a ser comercializado em 1973 e apenas em 1997 a empresa foi culpada por propaganda enganosa, sendo obrigada a retirar a inscrição.

Além disso, o fato do uso de agrotóxicos na soja ser baseada em uma decisão política-comercial e não em um estudo científico-sanitário, denuncia o papel complacente de parte do mundo científico. Os interesses econômicos acabam por suplantar a ética de alguns cientistas. O agrônomo Edilson Paiva, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, doutor em biologia molecular e membro da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), manifestou-se favorável ao uso do glifosato: “A vantagem na segurança alimentar é que os humanos poderiam até beber e não morrer porque não temos a via metabólica das plantas. Além disso, ele é biodegradável no solo” (Valor Econômico, 23/04/2007). Paiva atualmente é o vice-presidente da CTNBio, o órgão que avalia a segurança dos transgênicos e tem autorizado diversos produtos de maneira irresponsável.

A CTNBio está tomando decisões sem que os produtos transgênicos em votação passem pela comissão setorial de saúde do próprio órgão. A urgência com que o processo é realizado gera esquecimentos, como o da cobrança às empresas dos planos de monitoramento pós-liberação comercial.

Os efeitos comprovados no mundo

O estudo argentino, realizado pela Universidade de Buenos Aires, não é o primeiro a comprovar efeitos maléficos do glifosato para a saúde. Em 2005, o pesquisador francês Gilles-Eric Seralini, da Universidade de Caen (França) publicou na revista científica Chemical Research in Toxicology um estudo constatando que doses muito baixas de Roundup provocam morte em células humanas em poucas horas.

Em 2002, outro pesquisador francês, Robert Belle, diretor da Estação Biológica do Centro Nacional de Pesquisa Social de Roscoff (França) provou através de experimentos que o Roundup altera a etapa de divisão celular, levando-a a um grau de instabilidade que é próprio das primeiras etapas do câncer.

No Canadá, detectou-se que o uso de glifosato pelos pais acarreta aumento no número de abortos e nascimentos prematuros nas famílias rurais. Estudos laboratoriais também demonstraram inúmeros efeitos do glifosato sobre a reprodução: redução dos espermatozóides em ratos; maior freqüência de espermatozóides anormais e redução do peso fetal em coelhos.

As conseqüências

Após a divulgação da pesquisa, a Associação de Advogados Ambientalistas da Argentina entrou na Justiça pedindo a proibição da comercialização do produto, carro chefe de vendas da Monsanto. A ministra da Defesa da Argentina proibiu as Forças Armadas de cultivar soja transgênica em campos do exército situados em zonas urbanas e suburbanas, assim como em adjacências de bairros e instalações residenciais militares.

Na Alemanha, a ministra da Agricultura proibiu o plantio e venda do milho da Monsanto MON810 (liberado no Brasil), seguindo outros cinco países do bloco europeu. De acordo com a ministra, os dados em que ela baseou sua decisão apontam impactos ambientais negativos. Ainda nesse país, segue a polêmica iniciada por um apicultor amador que teve que destruir toda sua produção de mel após ter descoberto que ela estava contaminada por pólen de milho transgênico de uma estação experimental próxima a seu apiário.

No Brasil o tema é silenciado, mas o glifosato é o principal causador de intoxicação, apresentando 11,2% das ocorrências entre 1996 e 2002. Segundo o Centro de Informações Toxicológicas do Rio Grande do Sul, o número oficial de atendimentos de pessoas intoxicadas pelo herbicida vem aumentando nos últimos anos: em 1999 foram registrados 31 casos e em 2002 as ocorrências já aumentaram para 119. 

Por Eloisa Beling Loose – Especial para EcoAgência.

Mercado de produtos orgânicos terá grande evento em São Paulo


Apesar de ainda faltarem alguns meses para a quinta edição da Bio Brazil Fair – Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia, o setor já se prepara para seu principal evento, que acontece de 23 a 26 de julho, em São Paulo. Depois de receber 19.150 visitantes, entre profissionais e público em geral, na edição passada, os organizadores do evento prevêem uma visitação de 21 mil pessoas em 2009.

Promovida pela Francal Feiras, em parceria com a BrasilBio – Associação dos Produtores e Processadores de Orgânicos do Brasil, a feira em pouco tempo de existência tornou-se referência no mercado de orgânicos, ao oferecer um espaço para oportunidades de negócios e troca de tecnologia para o desenvolvimento do segmento.

Aberta ao público e com entrada gratuita, a Bio Brazil Fair foi desenvolvida com o intuito de disseminar o conceito de alimentação orgânica junto ao consumidor. O evento, que possibilita a compra direta do produtor, é voltado para atacadistas, distribuidores, exportadores e importadores, fabricantes, lojistas, hotéis e restaurantes, supermercados, processadores, produtores e profissionais de saúde.

Neste ano, participam do evento 150 expositores, que reúnem produtos que vão dos processados aos in natura, como achocolatados, molhos de tomate, geléias, café solúvel, leite em caixinha, iogurtes, chás em saquinhos, cereais matinais e grãos. Ao chegar ao evento, o visitante se depara com uma variedade tão grande de produtos, que até mesmo cosméticos e roupas confeccionadas a partir de tecido orgânico encontra. Não por acaso, a gerente de negócios da Francal Feiras, Lúcia Cristina de Buone defende: “Visitar um evento como a Bio Brazil Fair é deparar-se com uma verdadeira vitrine do setor e de todo seu potencial, porque aqui você encontra não só uma variedade impressionante de produtos, como também tem a chance de constatar, muitas vezes em primeira mão, todas as novidades que surgem nesse mercado ano a ano.”

Ao encontro do alto grau de desenvolvimento de um setor que evolui ao compasso da conscientização do consumidor sobre os produtos orgânicos e seus benefícios, a gerente de negócios da Francal Feiras chama atenção para o papel da Bio Brazil Fair no contexto do próprio mercado de orgânicos: “Tão importante quanto a geração de negócios é o papel que a feira têm na difusão e democratização do conceito de alimentação orgânica. Nesse sentido, o evento cumpre o papel fundamental de divulgar e promover o orgânico. ”

Paralelamente à Bio Brazil Fair acontece a Natural Tech – Feira Internacional de Alimentação Saudável, Produtos Naturais e Saúde, um evento especialmente desenvolvido para lançar e promover lançamentos em alimentos funcionais, probióticos, macrobióticos, integrais, diet e light, suplementos e fitoterápicos, cosméticos naturais e terapias complementares.

Serviço:

Bio Brasil Fair 2009 – 5ª Feira Internaciona e Produtos Orgânicos e Agroecologia
Local: Pavilhão da Bienal do Parque Ibirapuera (entrada pelo portão 3)
Data: de 23 a 26 de julho
Horário: das 11 às 20 horas
Promoção: Francal Feiras e Brasil Bio – Associação de Produtores e Processadores Orgânicos do Brasil

Com informações da Assessoria de Comunicação da Bio Brasil Fair 2009.

Conheça o arroz preto, rico em vitaminas, proteínas e fibras

Arroz preto

Arroz preto

A loja Grão Natural está trazendo uma nova variedade, o arroz preto Pérola Negra. Essa novidade gastronômica possui 20% a mais de proteína e 30% a mais de fibra que o arroz integral, além de ser riquíssimo em ferro, possuir menos gordura e menor valor calórico.
 
Se você acha que todo arroz é igual, está muito enganado. A loja Grão Natural está trazendo uma nova variedade, o arroz preto Pérola Negra. Essa novidade gastronômica possui 20% a mais de proteína e 30% a mais de fibra que o arroz integral, além de ser riquíssimo em ferro, possuir menos gordura e menor valor calórico. Mas o mais incrível é que ele apresenta um conteúdo de polifenóis oito mil vezes maior que o arroz comum.

Então, não dá vontade de provar?

E esse arroz tem história. Cultivado na China há mais de quatro mil anos, o produto, com fama de afrodisíaco, era chamado de “Arroz Proibido”. O consumo estava restrito apenas à família do imperador. Era considerado uma dádiva divina, por seu elevado valor nutricional.

Nos últimos anos foram realizados muitos estudos sobre o conteúdo nutricional do arroz preto, que indicaram a presença de elevada quantia de compostos fenólicos, flavonóides e antocianinas. Ou seja, possuem ação que auxiliam no combate de inflamações, câncer, além de serem antioxidantes.

Por ser um arroz integral, ele mantém a película, geralmente retirada do arroz branco. Nessa película estão importantes vitaminas necessárias ao nosso organismo, como A, B1, B2, B6, B12, niacina, ácido nicotínico, cobalto, ácido pantotênico, pró-vitaminas C e E. Também é rico em cálcio, magnésio, ferro e zinco.

Entre as principais vantagens do arroz preto estão:

Reduzido valor calórico;

Evita a formação de resíduos tóxicos que podem causar fermentação excessiva (flatulência) ou prisão de ventre;

Evita transtornos metabólicos e dos órgãos que poderia levar a obesidade, degeneração celular ou doenças malignas;

Promove melhoria na função celular, no fluxo sanguíneo, na oxigenação dos tecidos e do cérebro harmonizando as funções dos órgãos internos;

Auxilia na formação do sangue, juntamente com o ferro;

Participa da manutenção e integridade dos vasos e do fluxo sanguíneos;

Previne o envelhecimento precoce, a hipertensão arterial, o diabetes, doenças da pele, além de beneficiar o funcionamento do coração e dos rins.

Fonte: Grão Natural.

NEJ/RS eleito para Comissão Estadual de Produção Orgânica


Os integrantes do Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul (NEJ/RS) Juarez Tosi e Ilza Maria Tourinho Girardi, foram eleitos para integrar a Comissão Estadual de Produção Orgânica no Estado (CPOrg), ligada ao Ministério da Agricultura, no biênio 2009/2011.
A CPOrg têm por finalidade auxiliar o desenvolvimento da produção orgânica, tendo por base a integração entre os diversos agentes da rede de produção orgânica do setor público e do privado, e a participação efetiva da sociedade.

Criado em 2003, o Programa de Desenvolvimento da Agricultura Orgânica (Pró-Orgânico) visa apoiar e fortalecer os setores da produção, processamento e comercialização de produtos orgânicos, além de estimular seu crescimento.

A coordenadora da CPOrg/RS, Angela Escosteguy, salienta que a rede de produção de alimentos orgânicos, como qualquer segmento novo, carece de informações em diversos níveis. “A multiplicação das informações, à medida que forem geradas, tanto para quem vive no campo, quanto para os consumidores nas cidades, passando pelas instituições de ensino e extensão, é fundamental para o fortalecimento e sucesso dessa rede”, diz.

Ângela Estosteguy destaca que, como os sistemas orgânicos quase não usam insumos fabricados por grandes empresas, não existe um interesse econômico de investimento na sua divulgação, o que ocorre, de forma muito forte, no modelo convencional.

“Por isso”, complementa a coordenadora do CPOrg/RS, “será muito benéfico para todos, podermos contar com o apoio e qualificação dos profissionais do Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul, fortemente engajados com a questão ambiental e com  conhecimento e sensibilidade aguçados nesta área”.
 

As entidades que compõe a nova Comissão Estadual da Produção Orgânica no Rio Grande do Sul são as seguintes:

Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor (CAPA)

Centro Universitário UNIVATES

Cooperativa de Produtos de Alimentos Orgânicos em Economia Solidária Ltda (COOPVIDA)

Movimento de Donas de Casa e Consumidores do RS.

Associação dos Produtores de Arroz e Peixe do Assentamento Águas Claras

União das Associações Comunitárias do Interior de Canguçu (UNAIC)

Sul Ecológica

Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor (ISAEC/CAPA)

Instituto Preservar

Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul (NEJ/RS)

Cooperativa dos Citricultores Ecológicos do Vale do Caí Ltda (ECOCITRUS)

Cooperativa de Prestação de Serviço Técnica Ltda (COPTEC)

Cooperativa Central dos Assentamentos do Rio Grande do Sul Ltda (COCEARGS)

Agricultura Ecologia (CETAP)

Associação dos Ecologistas de Caxias do Sul (ECOCAXIAS)

Rede Agroecologica ECOVIDA

Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS)

Associações Agroecológicas

Associação dos Agricultores Ecologistas da  Região Sul (ARPA-SUL)

Cooperativa de Consumo, Trabalho e Produção Teia Ecológica.

Por Redação EcoAgência.

Instituto do Câncer do Estado de São Paulo lança cardápio para combater a doença

Variedade de frutas é boa para o combate ao câncer

Variedade de frutas é boa para o combate ao câncer

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira elaborou um cardápio balanceado, para uma semana, que tem como objetivo auxiliar no combate ao câncer. Ao respeitar as orientações de alimentação, peso e exercício, é possível prevenir em 30% a incidência de 12 tipos de tumores, diz estudo do Fundo Mundial de Pesquisas sobre Câncer com o Instituto Americano para a Pesquisa do Câncer. 

A análise no Brasil considerou os cânceres de boca, laringe e faringe, esôfago, estômago, pulmão, pâncreas, vesícula biliar, fígado, rim, cólon, mama e útero. Se abranger todos os cânceres existentes, o índice de prevenção vai para 19% se seguidas as indicações dos especialistas. 

Para alertar a população, o ICESP programou uma série de palestras para pacientes e acompanhantes no instituto. Ao longo do dia, a equipe de nutricionistas do hospital percorrerá salas de espera e recepções do prédio, ministrando palestras de 15 minutos. Nelas, serão dadas dicas sobre a importância, para previnir o câncer, de uma alimentação equilibrada, de manter o peso adequado e de praticar atividades físicas. Como incentivo, cada participante receberá uma fruta e um folder, para levar por escrito o que foi ensinado.

“Uma boa alimentação é fundamental para manter a saúde. E isso não significa deixar as coisas gostosas de lado. O importante é ter equilíbrio, saber combinar os alimentos. O cardápio que nós elaboramos é saudável, ajuda na prevenção ao câncer, e ainda assim é saboroso e variado”, afirma a nutricionista do Intituto do Câncer Suzana Camacho Lima.

         Veja abaixo o cardápio elaborado pelo ICESP:
               

Cardápio semanal
 

Domingo
 

CAFÉ DA MANHÃ: café com leite, ovo mexido com tomate e pão francês integral

LANCHE DA MANHÃ: salada de fruta com iogurte desnatado

ALMOÇO: arroz com cenoura e vagem, feijão, filé de pescada na frigideira ao molho cremoso de requeijão e mostarda, salada de almeirão com pepino, crepe de maçã com canela e           suco de caqui com limão

LANCHE DA TARDE: pão com requeijão, leite com achocolatado

JANTAR: sanduíche de frango com alface roxa e pêssego,suco de maracujá com laranja e maçã

LANCHE DA NOITE: pipoca

Segunda-feira

- CAFÉ DA MANHÃ: leite desnatado batido com uva passa e morango, pão integral e geléia de frutas sem açúcar

- LANCHE DA MANHÃ: mamão com farelo de aveia

- ALMOÇO: espaguete com tomate, azeite e soja, berinjelas e abobrinhas ao forno com carne moída e azeitonas, suco de caju e gelatina de morango com pedaços de pêssego

- LANCHE DA TARDE: barrinha de cereais (açúcar mascavo, fibra de trigo, flocos de arroz, sementes de gergelim, aveia)

- JANTAR: sopa de brócolis com alho e iogurte natural, torradas com queijo branco, manjericão e azeite, uma laranja

- LANCHE DA NOITE: leite gelado batido com goiaba

Terça-feira

- CAFÉ DA MANHÃ: suco de laranja, pão de fôrma de aveia com requeijão light e peito de peru

- LANCHE DA MANHÃ: chá de camomila com torradas

- ALMOÇO: arroz, salada de grão-de-bico com cebola e alho, bife grelhado com molho de manjericão e tomate, mousse de manga e suco de abacaxi com melão e hortelã

- LANCHE DA TARDE: iogurte de frutas com biscoitos cream cracker

- JANTAR: risoto de arroz integral com frango e tomate, salada de cenoura com uvas passas, kiwi e uva picados com creme de leite light

- LANCHE DA NOITE: leite gelado batido com banana e morango

Quarta-feira

- CAFÉ DA MANHÃ: café com leite desnatado e pão francês com queijo branco

- LANCHE DA MANHÃ: leite com mamão, aveia e mel

- ALMOÇO: macarrão com atum ao forno, salada de folhas verdes com trigo cozido, suco de melancia e mousse de morango

- LANCHE DA TARDE: frutas com granola (aveia, germe de trigo, coco, nozes)

- JANTAR: tomate recheado com arroz, filé de frango grelhado, salada de rúcula e ervilhas, suco de limão

- LANCHE DA NOITE: leite batido com canela em pó

Quinta-feira

- CAFÉ DA MANHÃ: cereal matinal integral com leite desnatado e morango

- LANCHE DA MANHÃ: suco de mamão com goiaba e torrada com requeijão light

- ALMOÇO: arroz com brócolis, feijão, panqueca de  frango c/milho verde, salada de repolho com beterraba, suco de pêssego e queijo branco com goiabada

- LANCHE DA TARDE: barrinha de cereais (açúcar mascavo, fibra de trigo, flocos de arroz, sementes de gergelim, aveia)

- JANTAR: caldo verde com músculo e crótons de pão de fôrma integral, salada de frutas

- LANCHE DA NOITE: leite com achocolatado

Sexta-feira

- CAFÉ DA MANHÃ: café com leite desnatado, pão francês com margarina cremosa e queijo minas frescal , mamão papaya

- LANCHE DA MANHÃ: iogurte de frutas

- ALMOÇO: sardinhas ao vinagrete (tomate, cebola e cheiro-verde), folhas de endívia (ou couve-manteiga) recheadas com ricota temperada, arroz integral e feijão, suco de uva e pudim de maçã

- LANCHE DA TARDE: bolo de fubá, chá de erva-doce

- JANTAR: nhoque de mandioca, salada de alface, agrião, feijão branco e peito de peru, geléia de ameixa com queijo branco

- LANCHE DA NOITE: leite gelado batido com folhas de hortelã

Sábado

- CAFÉ DA MANHÃ: café com leite desnatado, pão bisnaga com pasta de ricota e orégano

- LANCHE DA MANHÃ: banana com aveia

- ALMOÇO: arroz, feijão, omelete de alho-poró com queijo minas, peito de peru, milho e couve-flor, escarola refogada, suco de laranja com acerola e pêra cozida no vinho

- LANCHE DA TARDE: torrada integral com geléia de fruta, chá mate gelado

- JANTAR: pizza de rúcula com requeijão light, tomate, manjericão e azeitona, suco de melão, sobremesa gelada de café

- LANCHE DA NOITE: granola com iogurte

Fonte: Equipe de Nutrição do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo

 Texto da Assessoria de Imprensa do ICESP.

Seminários levam para universidades debate sobre alimentos contaminados

Evento realizado em Maringá lotou auditório da Universidade

Evento realizado em Maringá lotou auditório da Universidade

“Os venenos em nossos pratos” é o tema de seminários que estão sendo realizados nas universidades públicas paranaenses. Estão programados eventos no dia 23 de abril, em Irati, no auditório do Campus Universitário, e no dia 7 de maio, no anfiteatro do campus de Cascavel.

Os seminários, promovidos pelo governo do Estado, têm por objetivo alertar que os alimentos que chegam aos pratos muitas vezes estão impregnados de substâncias nocivas à saúde humana.

“Conhecê-las é importante para saber como evitá-las”, explica Álvaro Rychuv, coordenador do Grupo de Rotulagem dos Transgênicos, da Casa Civil do Governo do Paraná.

Os eventos terão palestras e debates com especialistas, que apresentarão informações científicas recentes sobre segurança alimentar, com destaque para temas relacionados com os produtos geneticamente modificados.

Estão programadas as seguintes palestras: Riscos Ocultos nos Alimentos (Alfredo Benatto – mestre em Saúde Pública); Resíduos de Agrotóxicos e Medicamentos Veterinários em Alimentos (Elaine Castro Neves – diretora do Departamento de Saúde Comunitária de São José dos Pinhais); Incertezas e Riscos dos Transgênicos (Adriano Luiz Riesemberg – agrônomo da Secretaria da Agricultura); A estratégia da dominação biotecnológica (Valdir Izidoro Silveira, agrônomo e presidente da Claspar) e Os benefícios dos produtos orgânicos (Enio Neth de Goss – coordenador das ações de agroecologia da Secretaria do Meio Ambiente).

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas nas reitorias das universidades. A coordenação do seminário é do Grupo de Rotulagem dos Transgênicos do Governo do Paraná, que vem promovendo eventos similares nas universidades públicas estaduais.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná.

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