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Comunidades quilombolas de Pernambuco receberão sementes crioulas melhoradas

Semente crioula de milho

Semente crioula de milho

Comunidades quilombolas do semi-árido do estado de Pernambuco vão ser beneficiadas com sementes melhoradas de milho, feijão, mandioca e algodão, com maior qualidade nutricional e mais produtivas.

As sementes foram desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que assinou, com a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, termo de cooperação para implementação do projeto Semente Crioula- Resistência Quilombola: Soberania Alimentar na Caatinga.

O objetivo do projeto é contribuir para a melhoria da alimentação das comunidades quilombolas no Brasil. Inicialmente, serão atendidas as comunidades de Conceição das Crioulas, Contendas e Santana – localizadas no município de Salgueiro – e Jatobá e Santana – no município de Cabrobó.

Segundo estudos da Embrapa, que já fez levantamentos e trabalhos de base nesses locais, 52 % da população negra das cinco comunidades se encontram “em situação de insegurança alimentar”.

A participação da Empraba no projeto será voltada para a melhoria do sistema genético das sementes, principalmente do milho, do feijão, da mandioca e do algodão. Com o passar dos anos, essas sementes foram perdendo qualidade e produtividade.

Além disso, a Embrapa vai atuar no resgate das espécies tradicionalmente consumidas na região, o enriquecimento do acervo das espécies cultivadas, consumidas e comercializadas pelas comunidades, com a incorporação de tecnologias e produtos desenvolvidos pela empresa pública de pesquisa.

A secretaria, que é responsável pela Agenda Social Quilombola, que pauta suas ações nas comunidades remanescentes de quilombos, tem como meta levar dignidade e os direitos da cidadania às mais de 1.700 comunidades quilombolas, localizadas em 22 estados e em mais de 300 municípios brasileiros.

O termo de cooperação que marcou o lançamento do projeto foi assinado pelo ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, e pela diretora da Embrapa, Tatiane Viana de Abreu.

Segundo o ministro, a parceria com a Embrapa é importante em função da tecnologia que a empresa pode colocar a serviço das comunidades quilombolas. “Com isso, dá sustentabilidade ao processo de produção de alimentos, que vai contribuir para a sustentabilidade daquelas comunidades”.

Santos afirmou que a questão da segurança alimentar é algo fundamental. “Garantir condições dignas de vida a essa população, não só na questão da segurança alimentar, mas também da titulação, da regularização fundiária, são coisas essenciais que o estado deve garantir a essas comunidades.”

Ele disse que, na Agenda Social Quilombola o governo tem desenvolvido uma série de ações e investimentos, envolvendo vários ministérios. “Aonde a agenda quilombola tem chegado, tem contribuído para melhoria da qualidade de vida e gerando um quadro de redução da desnutrição, principalmente das crianças”, observou o ministro.

O Programa Semente Crioula deve ser levado a outras comunidades quilombolas, depois de estar consolidado no sertão de Pernambuco. “Evidentemente que, na medida que ele tenha êxito naquela região, certamente vamos replicá-lo em função do sucesso e, a partir daí, vamos verificar o impacto para ver a possibilidade de reproduzi-lo em outras áreas.”

Fonte: Agência Brasil (ABr).

Assentados gaúchos promovem primeira feira

A Cooperativa Regional dos Assentados da Fronteira Oeste (Cooperforte), entidade que representa com cerca de 380 famílias de agricultores de oito projetos de assentamento, promove, neste sábado (11), a 1ª Feira de Produtos da Reforma Agrária. A atividade será realizada na Praça Artigas, em Santana do Livramento, oeste do Rio Grande do Sul.

Hortigranjeiros, feijão, mel, pães caseiros, biscoitos, rapaduras, vinho de mesa, erva-mate, geléias e doces, entre outros produtos, serão oferecidos à população, com preços diferenciados. “Pretendemos dar desconto de 20% a 30% no preço final, em comparação com o que é vendido na cidade”, garante a assentada Rosi de Lima Costa, que também é tesoureira da cooperativa.

Como explica Rosi, além de espaço para exposição e venda do resultado da produção dos assentados, a feira oferecerá oportunidade para divulgação da participação da cooperativa no Programa Fome Zero do Governo Federal. Duas vezes por semana, 1.640 litros de leite produzido nos assentamentos são recolhidos por uma empresa local que faz o beneficiamento. Depois de embalado, o leite tipo “C” é distribuído a entidades sociais do município beneficiárias do programa.

Para que a primeira feira registre sucesso em vendas, membros da cooperativa e da prefeitura investem na divulgação do evento por meio de programas nas rádios, exposição de cartazes e carro de som. “É a primeira feira de muitas que pretendemos fazer”, afirma a agricultora.

A realização da feira conta com apoio da Prefeitura de Santana do Livramento que também cede o caminhão para transporte dos produtos. Os projetos de assentamento que participam da feira são: Santa Rita, Nossa Senhora da Conceição, Sepé Tiarajú, São Leopoldo/Jupira, Fidel Castro, Recanto, Cerro dos Munhoz e Roseli Nunes.`

Por Vida Sustentável com informações do MDA.

Pesquisa mostra que é comum brasileiro dirigir após beber

 

Já está sendo lançada a campanha de prevenção a acidentes.

Já está sendo lançada a campanha de prevenção a acidentes.

Cinqüenta e quatro mil pessoas respondem a questionários por telefone e dizem que estão praticando mais exercícios, comendo mais hortaliças e fumando menos

No Dia Mundial da Saúde, comemorado na terça-feira (7), o ministro da Saúde José Gomes Temporão anunciou dados inéditos sobre indicadores de qualidade de vida no Brasil. A pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2008), revelou que os brasileiros estão atentos com a sua saúde. “O brasileiro faz mais atividade física, consome menos carne gordurosa, está fumando menos. Ampliou-se o acesso ao diagnóstico da hipertensão arterial. O número de mulheres que fazem mamografia e exame preventivo do câncer foi ampliado. Por outro lado, persiste o número de brasileiros com excesso de peso, obesos e o consumo de bebida alcoólica, principalmente beber e dirigir, voltou ao padrão anterior da vigência da Lei Seca”, afirma Temporão.

A pesquisa também mostra que é comum entre os brasileiros o hábito de dirigir após beber. “A luz amarela acendeu. É uma questão que se enfrenta com fiscalização e com a construção de um novo padrão de consciência da população”, comenta o ministro da Saúde. Por isso, o Ministério da Saúde e o Ministério das Cidades lançam nesta quarta-feira, 8 de abril, campanha de prevenção a acidentes voltada tanto para aqueles que dirigem alcoolizados quanto para os caminhoneiros que consomem anfetaminas durante a longa jornada de trabalho.  
 
O Vigitel 2008 foi realizado por amostragem com 54 mil pessoas residentes nas capitais e no Distrito Federal. É o terceiro ano consecutivo que o Ministério realiza o levantamento. O questionário inclui perguntas sobre hábitos alimentares, atividade física, auto-avaliação do estado de saúde, tabagismo, consumo de álcool, prevenção de câncer, excesso de peso e obesidade.

Com os resultados do estudo, o Ministério da Saúde registra informações para subsidiar o monitoramento dos fatores de risco e proteção para as doenças crônicas não transmissíveis (câncer, infarto, derrame, etc) e contribuir para o planejamento de ações que reduzam a ocorrência dessas enfermidades.

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Estudo completo do Vigitel 2008 (PDF)
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Veja os principais resultados do estudo nas 27 capitais:

1 – Álcool e direção

Cresce consumo de álcool no Brasil
No Brasil, as informações sobre o consumo abusivo de álcool mostram tendência de crescimento. Em 2008, 19% declaram ter consumido álcool de forma abusiva em alguma ocasião nos últimos 30 dias. Em 2007, foram 17,5%; em 2006, primeiro ano do Vigitel, foram 16,1%. O consumo é mais freqüente em faixas etárias mais jovens – alcançando 30% dos homens e 10% das mulheres entre 18 e 44 anos.
Veja texto completo: Cresce consumo abusivo de álcool entre os brasileiros

Consumo abusivo de álcool é 3x maior entre homens em relação às mulheres
Dados inéditos do Ministério da Saúde confirmam que o consumo abusivo de álcool continua mais freqüente e intenso entre os homens em relação às mulheres. De acordo com dados do Vigitel 2008, o percentual de consumo abusivo de álcool para o sexo masculino é de 29% dos entrevistados, 10 pontos percentuais acima da média nacional (19%) e três vezes maior do que o registrado entre as mulheres (10,5%). De acordo com o estudo, o percentual de consumo abusivo de álcool entre homens em 2008 foi o maior desde 2006, quando teve início o Vigitel. Há três anos, 25,3% dos homens entrevistados afirmaram ter consumido abusivamente o álcool, contra 27,2% (2007) e 29% (2008).
Veja texto completo: Cresce consumo abusivo de álcool entre os brasileiros

Mulheres aumentaram o consumo abusivo de álcool
As mulheres estão bebendo mais. De acordo com o Vigitel, em 2008 o percentual de consumo abusivo de álcool foi de 10,5%, contra 9,3% em 2007 e 8,1% em 2006.
Veja texto completo: Cresce consumo abusivo de álcool entre os brasileiros

Beber e dirigir
O brasileiro voltou a beber e dirigir com mais freqüência nos últimos meses de 2008 em relação aos primeiros meses da Lei Seca, em vigor desde junho do passado, e reverteu a tendência inicial de queda verificada pelo Ministério da Saúde. Nos meses de julho, agosto, setembro e outubro do ano passado, os percentuais de pessoas que afirmaram ter consumido álcool de forma abusiva e ter dirigido depois foram de 1,3%, 0,9%, 1,2%, 1,2%, respectivamente. Em novembro e dezembro, os percentuais saltaram para 2,1% e 2,6%, dados bastante elevados em relação aos meses anteriores.

Com relação ao cenário nacional, o dado percentual médio do Brasil foi de 1,5%, menor do que os 2% verificados em 2007, ano em que Vigitel iniciou a pesquisa sobre álcool e direção.

Comparativo do consumo abusivo de bebidas alcoólicas* e direção de veículo motorizado em capitais brasileiras, entre julho a dezembro de 2007 e 2008 e primeiros meses de 2009.

Tabela 1 – Álcool e direção

 
2007
2008
2009
JANEIRO
 
 
1,9
FEVEREIRO
 
 
2,0
MARÇO
 
 
2,3
ABRIL
 
1,8
 
MAIO
 
1,8
 
JUNHO
 
1,9
 
JULHO
2,2
1,3
 
AGOSTO
1,9
0,9
 
SETEMBRO
2,0
1,2
 
OUTUBRO
2,1
1,2
 
NOVEMBRO
1,8
2,1
 
DEZEMBRO
2,1
2,6
 

Fonte: Vigitel 2008

* Para o estudo, foi considerado abusivo o consumo de mais de quatro doses de álcool para as mulheres e mais de cinco para homens, em mesma ocasião, evento ou festa, nos últimos 30 dias. A avaliação considera como dose de bebida uma lata de cerveja, uma taça de vinho uma ou uma dose de destilados como uísque ou vodka.
Veja texto completo: Cresce o número de pessoas que dirigem após beber

2 – Obesidade

13% dos brasileiros são obesos
Excesso de peso se manteve estável nos últimos anos (43,3% dos brasileiros), mas a obesidade aumentou nos brasileiros, especialmente nas mulheres. Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que hoje 13% dos adultos são obesos, sendo o índice maior entre as mulheres (13,6%) do que entre os homens (12,4%). Em 2006, quando foi apresentada a primeira edição do sistema Vigitel, 11,4% dos brasileiros eram obesos. No ano seguinte, esse índice subiu para 12,9%.
Veja texto completo: 13% dos brasileiros adultos são obesos

3 – Tabagismo

Consumo de cigarros entre os jovens caiu à metade nos últimos 20 anos
O estudo Vigitel 2008 mostra que 14,8% dos jovens entre 18 e 24 anos têm o hábito de fumar. Em 1989, os jovens fumantes eram 29%. De acordo com Deborah Malta, coordenadora da área de doenças e agravos não transmissíveis do Ministério da Saúde, um dos fatores mais importantes no controle do tabagismo é evitar o início do vício entre adolescentes e jovens.

A tendência é de forte queda para o consumo de tabaco em todas as faixas etárias. A Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição, realizada há 20 anos, mostrou que 35% da população adulta no Brasil era fumante. Segundo o Vigitel 2008, esse índice caiu para 15,2%. Apesar de o Brasil estar entre os países com menor incidência de tabagismo do mundo, o objetivo é reduzir esse número, em especial entre os jovens e mulheres fumantes. Em 20 anos, metade dos fumantes abandonou o tabagismo.
Veja texto completo: Cai consumo de tabaco entre os jovens

4 – Alimentação

Aumenta o consumo de frutas e hortaliças. Cai o consumo de carnes gordurosas
No Brasil, 15,7% dos brasileiros consomem a quantidade recomendada de frutas e hortaliças – quase três vezes mais do que em 2006. Se há três anos apenas 5,6% dos adultos consumiam a quantidade de frutas e hortaliças recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de cinco porções em cinco dias ou mais da semana, hoje há motivos para comemorar.
Veja texto completo: Melhora a alimentação do brasileiro

5 – Prevenção de câncer e auto-avaliação de saúde

71% das mulheres entre 50 e 69 anos fizeram mamografia nos últimos 2 anos
De acordo com o estudo do Ministério da Saúde, 71% das mulheres brasileiras entre 50 e 69 anos fizeram o exame de mamografia nos últimos dois anos. As maiores freqüências de realização do exame foram registradas em Belo Horizonte (84,1%), Vitória (81,9%) e Florianópolis (80,6%). As cidades de Palmas (49,2%), Rio Branco (51,1%) e Macapá (53,5%) estão entre as cidades com menores frequência, abaixo da média nacional. O Vigitel revela que cobertura do exame aumenta com o nível de escolaridade, chegando a 89,2%, para as mulheres com 12 anos ou mais de estudo.

Apenas 4,5% dos brasileiros declaram ter estado ruim de saúde
Em 2008, apenas 4,5% dos entrevistados do Vigitel afirmaram que estavam com a saúde fora de suas expectativas. Embora as mulheres vivam mais, são elas quem mais avaliam pior o próprio estado de saúde. Isso porque as mulheres são mais sensíveis e percebem mais os problemas de saúde do que os homens, que dão pouco importância ao seu próprio corpo. Quanto maior a escolaridade, maior é a procura por avaliações de saúde por parte da população.

80,9% das mulheres entre 25 e 59 anos fizeram exame HPV nos últimos 3 anos
Prevenção do câncer do colo de útero – Segundo o Vigitel, a média nacional para frequência de realização do exame Papanicolau, nos últimos três anos, foi de 80,9%, entre as mulheres entre 25 e 59 anos. O estudo mostra que a cobertura aumentou para 89,8% nas pessoas com 12 anos ou mais de escolaridade. As cidades com as maiores coberturas do exame são nos foram identificadas em São Paulo (92,7%), Porto Alegre (90,6%) e Florianópolis (90,5%). As menores coberturas do exame estão nas cidades de Maceió (72,9%), Fortaleza, Distrito Federal e Belém (74,8%) e Natal (75%).

Cai o uso de proteção solar. 39% dos brasileiros se protegem contra UV
De 2007 para 2008, a média nacional de frequência de proteção contra radiação ultravioleta (uso de protetor solar, chapéu ou sombrinha e roupas adequadas) caiu de 53,3% para 39%. As maiores freqüências de proteção foram declaradas por moradores de Florianópolis (50,9%), Palmas (49,8%), Distrito Federal (47,7%) e Curitiba (47,2%), de acordo com o Vigitel. O Rio de Janeiro é a capital com o menor percentual de proteção, 30,8%.
Veja texto completo: 71% das brasileiras fizeram exame de mamografia

Fonte: Ministério da Saúde.

UnB pesquisa sedentarismo e hábitos de alimentação na periferia de Brasília

Excesso de açúcar, risco para a saúde

Excesso de açúcar, risco para a saúde

O Centro de Alimentação Saudável da Universidade de Brasília (UnB) está realizando uma pesquisa em São Sebastião, região administrativa a 26 quilômetros do Plano Piloto, para levantar o que influencia as pessoas na escolha dos alimentos. O estudo quer saber o porquê da preferência por produtos industrializados com alta concentração de açúcar e de gordura e baixo valor nutritivo.

“O hábito da má alimentação não tem classe social”, afirma a nutricionista Caroline Romeiro, pesquisadora da UnB. No entanto, a pesquisa já identificou que as pessoas que vivem em São Sebastião consideram mais cara a alimentação saudável, à base de frutas e hortaliças. Caroline, porém, contradiz o senso comum e lembra que há sempre frutas e hortaliças da estação, de boa qualidade e com preços em promoção.

O estudo do Centro de Alimentação Saudável faz parte de do projeto Jogo de Cintura que envolve outros setores da UnB, o governo do Distrito Federal e outras instituições. Além da alimentação, o projeto verifica as razões do sedentarismo. Segundo Caroline, a prática de atividade física depende da disponibilidade de espaço físico e de segurança.

Ela lembra que São Sebastião, por exemplo, têm parque ao redor, mas não há condições de uso por falta de infra-estrutura e vigilância. A falta de condições de uso de determinados espaços exclui grande parte da população da prática de atividades físicas. “São atividades que acontecem durante o dia. A população não sai de noite para fazer exercícios. Quem trabalha o dia inteiro, chega à noite lá, não pode participar por conta da falta de segurança no local.”

A enfermeira Edisa Brito Lopes, da Gerência de Doenças e Agravos não-Transmissíveis da Secretaria de Saúde, confirma a falta de espaço adequado para a prática de exercícios em São Sebastião, diz que os maus hábitos alimentares são comuns e assinala que o local tem, como resultado, alto índice de pessoas com sobrepeso e obesidade.

A falta de infra-estrutura, segurança e espaço adequado para praticar exercícios não aflige apenas a periferia das grandes cidades. O médico e mestre de tai chi chuan Moo Shong Woo há 35 anos reúne e orienta praticantes desta arte marcial de origem chinesa na Entrequadra 104/105 Norte do Plano Piloto de Brasília. Ele se queixa de que naquele espaço, já batizado como Praça da Harmonia Universal, falta uma área com cobertura para os dias de chuva.

Fonte: Agência Brasil (ABr)

Anvisa reavalia substâncias ativas utilizadas em agrotóxicos no Brasil

Agrotóxicos trazem riscos à população e ao meio ambiente

Agrotóxicos trazem riscos à população e ao meio ambiente

Um dado preocupa as autoridades sanitárias nacionais. Em 2008, o Brasil assumiu o posto de maior consumidor de agrotóxicos em todo mundo, posição antes ocupada pelos Estados Unidos. Só o mercado de agrotóxicos movimentou mais de US$ 7 bilhões.

Para proteger a saúde da população dos riscos associados ao uso destes produtos nas culturas agrícolas nacionais, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) trabalha na reavaliação de substâncias ativas utilizadas em agrotóxicos no Brasil. “Como o registro de um agrotóxico é eterno, a reavaliação ocorre quando há alguma alteração de riscos à saúde, em comparação aos riscos avaliados durante a concessão de registro de determinada substância ativa”, explica a gerente de avaliação toxicológica da Anvisa, Letícia Rodrigues.

Até hoje, a Agência já proibiu o uso de quatro ingredientes ativos e restringiu severamente o uso de outros 19, utilizados na fabricação de mais de 300 agrotóxicos no país. “Nesse processo, destaca-se a proibição do uso como inseticida doméstico para o ingrediente ativo clorpirifós. Essa substância afetava o desenvolvimento neurológico e cognitivo de crianças que ficassem expostas a ela”, afirma Letícia.

Paralisação

Em 2008, uma série de decisões judiciais impediram a Anvisa de realizar a reavaliação de 14 ingredientes ativos (utilizados em mais de 200 agrotóxicos). “Empresas de agrotóxicos e o próprio Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola recorreram ao Judiciário para impedir a Anvisa de cumprir seu papel”, critica a consultora jurídica do Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), Andrea Salazar.

Esse cenário contribuiu para o Brasil continuar a produzir e importar agrotóxicos proibidos em diversos países do mundo. “O que não se consegue mais vender para a União Européia, Estados Unidos, Canadá, Japão e China, acaba vindo parar no mercado brasileiro”, complementa Rosany Bocher, coordenadora do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz.

A consultora jurídica do IDEC, Andrea Salazar, acredita que só após a existência de jurisprudência sobre o tema as barreiras jurídicas serão vencidas. “A superação desse entrave acontecerá a partir da pacificação da jurisprudência no sentido de reconhecer a imprescindibilidade da reavaliação dos agrotóxicos para a preservação da saúde da população, garantida textualmente pela legislação vigente.”, afirma Andrea.

Após moção de apoio do Conselho Nacional de Saúde, amplo apoio da sociedade civil organizada e recursos por parte da Advocacia Geral da União, a Anvisa consegui reverter as decisões judiciais para a reavaliação de 13 substâncias ativas. Somente a reavaliação do acefato foi declarada nula. As demais reavaliações foram retomadas e estão previstas para serem finalizadas até junho de 2009.

Veja a tabela completa no site da Anvisa 

Fonte: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa.

Cuidados com alimentação evitam problemas na páscoa

Consumo de peixe aumenta na Páscoa

Consumo de peixe aumenta na Páscoa

Com a chegada da semana santa, aumenta o consumo de peixes e chocolates na dieta dos brasileiros. Para 2009, a Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados estima que estarão à venda, no mercado nacional, mais de 26,4 mil toneladas de alimentos à base de chocolate. Dados da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (Seap) indicam que as indústrias comercializam

Para não ter nenhum problema de saúde, decorrente dessa mudança de hábito alimentar, o consumidor deve tomar alguns cuidados, desde o momento da compra, até o preparo desses alimentos. “Ações simples, como observar se os ovos de páscoa estão armazenados em locais frescos e arejados e se as embalagens não têm furos ou amassados, podem evitar contaminações e infecções alimentares indesejadas”, afirma a diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Maria Cecília Brito.

Essa e outras informações estão organizadas em hotsite da Anvisa com dicas relacionadas ao consumo e compra de chocolates e pescados. A página na internet apresenta, ainda, aspectos que os consumidores devem observar no local de venda e a maneira mais correta de armazenar esses alimentos em casa.

“Com relação aos alimentos congelados a dica é verificar se estão firmes e sem sinal de descongelamento, como o acúmulo de líquidos”, explica Maria Cecília. “A presença de gelo ou muita água indica que o balcão foi desligado ou teve sua temperatura diminuída temporariamente”, complementa a diretora da Anvisa.

O ministro da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca, Altemir Gregolin, alerta para a necessidade de uma conservação adequada do peixe para que ele mantenha suas características saudáveis. “A qualidade do peixe reside em seu estado fresco, que deve ser úmido, firme e sem manchas, devemos levar em consideração o fato dele se deteriorar de forma mais rápida que outros tipos de carne”, afirma Gregolin.

Os consumidores que notarem qualquer tipo de irregularidade, como alimentos com prazo de validade vencido ou armazenados de forma inadequada, devem comunicar o serviço de vigilância sanitária de sua localidade. Caso sejam identificadas irregularidades, os estabelecimentos podem sofrer penalidades que chegam a multas de R$ 1,5 milhão.

Cartilha

A Anvisa também elaborou, em parceria com a Seap, uma cartilha (PDF) sobre alimentação saudável, compra, armazenamento e preparo seguro de pescados. Esse material foi divulgado pra todos os estados e para o Distrito Federal, além de ser disponibilizado para as vigilâncias sanitárias dos estados e das capitais.

Para os pescados secos, como o bacalhau, existem orientações especificas. Em 2007, os procedimentos higiênicos para comercialização do pescado salgado e pescado salgado seco no varejo foram consolidados pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), em uma cartilha orientativa (PDF) .

A iniciativa da Abras ganhou respaldo técnico da Anvisa, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O material foi distribuído para todos os estabelecimentos filiados à Associação
Fonte: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa

Feijão cultivado no sistema orgânico apresenta ótima produtividade


Seis variedades de feijão cultivadas no sistema orgânico apresentaram excelente produtividade em experimento realizado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP de Piracicaba. Em média, os cultivares renderam 3.500 quilos de feijão por hectare, acima do nível considerado como boa produção, que é de 2.500 quilos por hectare. A maior vantagem do plantio orgânico é a nao utilização de agrotoxicos e preservação da saude do trabalhador e do consumidor.

A produção orgânica segue normas estabelecidas por entidades de certificação, conta a agrônoma Jaqueline Camolese de Araújo, que realizou a pesquisa. “São permitidos insumos fertilizantes como a farinha de chifre, fonte de nitrogênio, o sulfato de sódio e o termofosfato, entre outros”, diz. “O controle de pragas e doenças é feito com liberação de inimigos naturais das pragas e produtos como o óleo de Neem, extraído da árvore Azadirachta indica”.

O experimento aconteceu na fazenda Areão, na área experimental do Grupo de Agricultura Orgânica Amaranthus, em Piracicaba (interior de São Paulo), pertencente a Esalq. Ao todo, foram cultivadas quatro variedades do grupo Carioca (BRS Pérola, BRS Aporé, IAC Votuporanga e IAC Juriti) e duas do grupo Preto (IAC Tunã e BRS Valente). “Existem três épocas para plantio de feijão: seca, águas e inverno”, explica Jacqueline. “Na pesquisa, o cultivo foi realizado na época do inverno com irrigação, com algumas variedades sendo colhidas em julho e outras já em agosto”.

 

Todas as variedades pesquisadas se mostraram aptas ao sistema orgânico, apresentando excelente desempenho. “O rendimento médio estimado foi de 3.500 quilos de feijão por hectare”, afirma a agrônoma. “Normalmente, considera-se uma boa produção quando se obtém acima de 2.500 quilos por hectare”. O único problema com pragas foi o da vaquinha (Diabrotica speciosa), um besouro que foi controlado com óleo de Neem.

Produtividade
A principal vantagem do cultivo orgânico é a não utilização de agrotóxicos, que podem colocar em risco a saúde dos agricultores e do consumidor final. “A procura pelo feijão orgânico no mercado é muito grande, especialmente na cidade de São Paulo”, observa a pesquisadora. “Entretanto, o preço ainda é cerca de 30% superior ao do feijão cultivado de forma convencional, pois a produção é insuficiente para atender a alta demanda”.

De acordo com a engenheira agrônoma, muitos agricultores ainda têm receio de adotar o cultivo orgânico “Eles encontrarem dificuldades para obter assistência técnica especializada”, alerta. Os resultados do experimento são válidos para as condições naturais da região de Piracicaba. “Nessa área, por exemplo, chove pouco entre julho e setembro, o que reforça a necessidade de irrigação”, comenta Jacqueline. “Em outras regiões, há a necessidade de experimentos específicos para se verificar as variedades mais adequadas”.

A pesquisadora ressalta que os estudos na área de agricultura orgânica apresentam grande potencial de crescimento. “Existem vários trabalhos sobre hortaliças, especialmente em São Paulo, mas a maior parte dos experimentos de avaliação de cultivares está relacionada a variedades de soja, existentes na região Sul do Brasil”, aponta. “Ainda há muito o que pesquisar nessa área”.

A pesquisa com o feijão orgânico foi orientada pelo professor Antonio Luiz Fancelli, do Departamento de Produção Vegetal da Esalq. Os resultados foram apresentados na dissertação de mestrado da engenheira agrônoma, que aconteceu em agosto do ano passado.

Mais informações: (19) 8133-8289

Por Júlio Bernardes - jubern@usp.br - Agência USP de Notícias.

Pesquisa conclui que IMC alto está ligado a aumento da taxa de mortalidade

Pesquisa analisou 57 estudos feitos na Europa e na América do Norte com quase 900.000 pessoas

Pesquisa analisou 57 estudos feitos na Europa e na América do Norte com quase 900.000 pessoas

Trabalho recente de pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, que analisou 57 estudos feitos na Europa e na América do Norte com quase 900.000 pessoas, concluiu que um índice de massa corporal (IMC) alto está relacionado a taxas de mortalidade maiores. Cada 5kg/m² a mais no IMC resulta em aumento de um terço na mortalidade geral. A idade média dos participantes dos 57 estudos é de 46 anos, com 61% de homens.

Tanto em homens quanto em mulheres, a mortalidade encontrada foi menor quando o IMC estava nos níveis ideais. Cada 5 kg/m² adicional traduziu-se em um aumento de 40% na mortalidade por doenças do coração, derrames e demais problemas vasculares; de 60% a 120% para diabetes, doenças de fígado e rins; de 10% na mortalidade por câncer; e de 20% de aumento em pessoas com doenças pulmonares.

Os pesquisadores revelaram que a obesidade moderada reduziu a expectativa de vida de dois a quatro anos, enquanto a do tipo severa ou mórbida subtrai de oito a dez anos de vida dos indivíduos atingidos.

“A conclusão é simples: excesso de peso diminui a expectativa de vida”, comenta um dos coordenadores da pesquisa, Gary Whitlock. Segundo ele, em países como Inglaterra e Estados Unidos, pesar um terço a mais do que o ideal diminui em três anos a expectativa média de vida. “Para a maioria das pessoas, esse um terço significa carregar de 20 a 30 quilos a mais de excesso de peso”, comenta Gary Whitlock.

O artigo Body-mass index and cause-specific mortality in 900.000 adults: collaborative analyses of prospective studies, que será publicado em breve na revista The Lancet , revela que a obesidade moderada ou sobrepeso (IMC entre 30 e 35) estatisticamente é bastante comum, mas tem apenas um terço do efeito do tabagismo sobre a mortalidade. Apesar de mais rara, a obesidade severa (IMC de 40 a 50) tem efeito semelhante ao hábito de fumar.

Conscientização e Vida Saudável

Para o presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO), endocrinologista Marcio Mancini, os dados revelados pelo estudo da Universidade de Oxford são preocupantes, mas também podem ser vistos por um ponto de vista menos negativo. Segundo o especialista, eles podem ser usados como argumentos para conscientizar a população, já que “dizer que a pessoa vai viver cinco anos a menos se estiver obesa causa um impacto muito maior do que tentarmos explicar que aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares e gordura no fígado, alguns tipos de câncer, apneia do sono etc”. Ou seja, podem funcionar como fortes motivações para que o paciente obeso procure tratamento.

Para o endocrinologista João Eduardo Salles, coordenador do site da ABESO, o estudo divulgado “confirma a hipótese de que a obesidade deve realmente ser encarada como doença crônica, pois sua presença aumenta as comorbidades e a morbidade dos pacientes. Ou seja, favorece o aparecimento de outras doenças”. Dentre elas, o especialista cita a doença cardiovascular, “a mais associada ao desfecho ruim destes indivíduos.

Ele ressalta que o sobrepeso também está associado a estas comorbidades, “sendo que qualquer aumento de peso é prejudicial à saúde das pessoas. Portanto’, finaliza, ‘uma vida saudável, com alimentação adequada e prática de atividade física, para manutenção do peso, é fator primordial para a quantidade e, principalmente, para a qualidade de vida”.

Saiba mais:

http://www.abeso.org.br/le_noticia.php?rnd=15900671&idnot=224 

http://www.abeso.org.br/le_noticia.php?rnd=18218171&idnot=51
 

Texto de Por Beth Santos, Associação Brasileira de Nutrologia.

Ovos de Páscoa sem glúten e sem lactose

 

Ovo trigostoso, sabor açaí

Ovo trigostoso, sabor açaí

Não pode haver Páscoa sem os deliciosos ovos ou chocolates. Mas para muitos, principalmente os celíacos (intolerantes ao glúten), até há pouco tempo não havia opção. Tinham que se contentar com outras guloseimas. Nos últimos anos, porém, começaram a surgir novas alternativas. E entre elas estão os ovos de alfarroba ou chocolates sem glúten e lactose. Desde a Páscoa de 2007 a loja Grão Natural está oferecendo aos seus clientes os ovos de Alfarroba e de chocolate Trigostoso.

O que é alfarroba

Originária do Mediterrâneo, a alfarrobeira é uma árvore selvagem, que produz uma vagem comestível, semelhante ao nosso feijão. É dessa vagem que vem a alfarroba. A polpa da vagem é torrada e moída e o pó, resultante dessa moagem, é utilizado para substituir o cacau. E com uma grande vantagem: não tem açúcar e cafeína ou teobromina, presentes no cacau. Enquanto o cacau possui até 23% de gordura, a alfarroba tem, no máximo, 0,7%.

 

Esse alimento saudável, altamente nutritivo e com baixo teor calórico, foi descoberto pelos celíacos como uma alternativa gostosa para substituir o chocolate. E veja outras vantagens: A alfarroba contém vitamina B1 tanto quanto o aspargo ou morango, a mesma quantidade de niacina do feijão fava, lentilha e ervilha, e mais vitamina A do que a berinjela, o aspargo e a beterraba.

Também possui ainda alto teor de vitamina B2, cálcio, magnésio e ferro, bem como um correto balanceamento de potássio e sódio. E alfarroba não é só na forma de ovo de Páscoa. Tem alfarroba com banana desidratada, com damasco, barra de 50g e bombons com passas, com caju e com crocante. E tem o pó de alfarroba para fazer aquela sobremesa de Páscoa. Monte a sua cesta e se delicie.

Chocolate Trigostoso e Chocolate TriGostoso com Açaí

Já para quem prefere chocolate. mas tem problemas com outros ingredientes do chocolate convencional, como alergias, por exemplo, apresentamos o Tri-Gostoso, um produto sem açúcar, lactose e glúten. Além de saudáveis, os chocolates Tri-gostoso são saborosos e atendem a um público específico e exigente, que ama chocolate, mas busca uma longevidade através de melhores escolhas alimentares.

 

Os Ovos de Páscoa, com 230g, possuem a mesma qualidade dos tabletes de chocolate Tri-Gostoso. São indicados para consumidores de produtos orgânicos, vegans, intolerantes à lactose (açúcar do leite), celíacos (intolerantes ao glúten), diabéticos, além daqueles que apreciam o chocolate e buscam qualidade de vida.

Todos esses produtos são encontrados na loja Grão Natural, em Porto Alegre.

Entre no site da loja Grão Natural aqui.

Fonte: Grão Natural.

Hábitos alimentares e estilo de vida dos estudantes estão sendo coletados pelo IBGE

Alimentação saudável é um dos itens a ser observado pela pesquisa

Alimentação saudável é um dos itens a ser observado pela pesquisa


Até o próximo dia 15 de julho pesquisadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vão estar coletando, nos estados brasileiros, informações de estudantes para a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense 2009). Realizada em parceria com o Ministério da Saúde e apoio do Ministério da Educação, a pesquisa vai abrangem cerca de 70 mil alunos de 1.507 escolas públicas e privadas de todo o país.

A Pense 2009 pretende descobrir se o estudante alimenta-se de forma saudável, se faz atividades físicas, fuma, se já envolveu-se com violência, sobre a estrutura familiar dessas pessoas, entre outras questões. A pesquisa servirá de subsídio para a implantação do Sistema de Vigilância dos Fatores de Risco e Proteção à Saúde dos Adolescentes, do Ministério da Saúde. 

Outro propósito é direcionar as políticas públicas voltadas para os jovens e os futuros investimentos nesta área. Os primeiros estados a terem os dados coletados são Acre, Amazonas, Goiás, Mato Grosso do Sul e Piauí. Para os demais a pesquisa inicia até 10 de abril. A divulgação dos resultados está prevista para dezembro deste ano.

A partir de questões sobre alimentação, atividade física, condições de vida, violência, tabagismo, saúde bucal, acidentes, consumo de álcool e drogas, a Pesquisa traçará o perfil das condições de vida do estudante brasileiro. O questionário inclui perguntas sobre o número de pessoas que vivem na residência, a higiene pessoal e bucal, atividade física, se já fez uso de tabaco, álcool com qual frequência, entre outras. Os estudantes também serão pesados e medidos. 

Os alunos que responderão a Pense estão cursando a 8ª série ou 9º ano do ensino fundamental, em 1.507 escolas selecionadas a partir do cadastro de escolas do MEC/2007, em uma média de 50 a 60 escolas por estado. Farão parte da equipe de coleta do IBGE, 27 supervisores da área social, 27 supervisores da área de informática e cerca de 500 pesquisadores de campo. 

Como nesta pesquisa os próprios jovens responderão ao questionário eletrônico, em um computador de mão (PDA), o IBGE realizou, em 2008, com sucesso, testes piloto no Rio de Janeiro, em Recife, Belém e Luziânia, em que os estudantes mostraram facilidade para utilizar o computador de mão e responder à Pesquisa. 

Para esclarecer dúvidas em relação à coleta da Pense, os representantes das escolas foram convidados pelo IBGE para uma reunião preparatória, realizada em todos os estados, onde os técnicos do Instituto orientaram reservar um ou dois horários (tempos de aula) para os alunos responderem aos questionários. 

Os dados individuais coletados (nomes dos alunos e das unidades de ensino) pelo IBGE para elaboração da pesquisa serão utilizados exclusivamente para fins estatísticos, portanto, não serão identificados e nem divulgados. 

A previsão para o início da coleta é a seguinte:
Acre, Amazonas, Goiás, Mato Grosso do Sul e Piauí      23 de março
Bahia e Espírito Santo                                                           24 de março;
Ceará                                                                                        25 de março
Tocantins                                                                                30 de março
São Paulo                                                                                1º de abril
Demais estados                                                                     Até 10 de abril.


Texto Vida Sustentável, com informações do IBGE.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 

 

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