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Mirtilo, o fruto da longevidade

Fruto de cor roxa que protege nosso organismo

Fruto de cor roxa que protege nosso organismo

 

O fruto da longevidade. Assim está sendo chamada a nova fruta que, aos poucos, vai tomando conta do paladar dos brasileiros. O Mirtilo, pequena fruta de cor roxa tem sido indicada por muitos nutricionistas por proteger nosso organismo de infecções, tumores, doenças vasculares e, inclusive, por combater a obesidade. E as pessoas, em geral, têm aprovado a pequena fruta de sabor exótico.

 

O Mirtilo, a exemplo da amora, açaí, framboesa, cereja, jabuticaba e uva (todos de cor roxa) possui grande quantidade de antocianina (substância antioxidante, preventiva de doenças degenerativas e que lhe dá a coloração). Originário da Europa e América do Norte, o mirtilo ingressou no Brasil na década de 1980. Ele adaptou-se muito bem na região sul do país, principalmente nas cidades do planalto médio e região serrana do Rio Grande do Sul e planalto catarinense, devido aos rigorosos invernos.

 

Pesquisas já comprovaram que o mirtilo possui propriedades anti-evelhecimento, por combater os radicais livres e agir na melhoria da circulação sangüínea, sendo indicado para problemas circulatórios, como varizes e hemorróidas. Por ser rico em resveratrol e antocianinas, pode prevenir infartos, problemas cardíacos, cânceres e vários tipos de infecções. Também é muito bom para diabéticos já que reduz a taxa de açúcar no sangue.

Por Juarez Tosi, especial para Vida Sustentável.

Diversidade de cores: os segredos de uma alimentação saudável


Uma refeição colorida é a melhor forma de manter a saúde em dia. Quanto maior a diversidade de cores no prato, mais variedade de nutrientes indispensáveis ele irá conter. “Os pigmentos coloridos dos vegetais e frutas protegem nossas células contra a ação dos radicais livres, fortalecem o sistema de defesa, previnem as doenças cardiovasculares, favorecem a homeostase da flora bacteriana intestinal e previnem contra doenças crônico-degenerativas”, aponta o Dr. Durval Ribas Filho, médico nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia – ABRAN.

A cor dos alimentos representa substâncias importantes e os benefícios que cada uma delas proporciona ao corpo. Cada cor é responsável por uma função diferente. Não é uma regra, mas, geralmente, funciona dessa forma. Segundo o professor Ribas, há seis grupos de alimentos, divididos entre branco, vermelho, amarelo, verde, marrom e preto ou roxo.

A refeição com maior variedade de cores é uma importante aliada na prevenção de doenças. Além de bonito e atrativo, um prato diversificado pode, por exemplo, reduzir a incidência de câncer. “Os alimentos de cor vermelha, como o tomate ou o morango, contém uma substância chamada licopeno. Considerado um antioxidante natural, ele protege o organismo de substâncias químicas agressivas às células, sendo capaz de prevenir o câncer”, explica o médico nutrólogo.

O problema comum é que as pessoas não conseguem manter uma dieta balanceada, pois, em geral, não têm tempo para fazer uma alimentação realmente saudável. “Grande parte da população tem refeições monocromáticas. Na maior parte das vezes, o bege é a cor predominante, como no macarrão ou pão”, conta o médico. Ele ainda explica que os pratos pálidos, como são chamados, se consumidos constantemente aceleram o processo de envelhecimento e predispõe o organismo a várias doenças, como colesterol, câncer ou diabetes.

Confira os benefícios de cada cor:

Branco: Fortalecimento

Exemplo: Banana, batata, couve-flor, feijão branco, leite.

Fontes de potássio e cálcio contribuem para a manutenção dos ossos, favorecem a regulação dos batimentos cardíacos e são fundamentais para o funcionamento do sistema nervoso e dos músculos.

Vermelho: A cor da força

Exemplo: Pimentão vermelho, tomate, morango, melancia, goiaba.

Estes alimentos são indicados contra depressão, cansaço, ou falta de desejo sexual. O vermelho, proveniente do licopeno, aparece associado à vitamina C, formando uma dupla com o efeito antioxidante, que entre vários benefícios, previne o câncer e colabora para o tratamento do estresse.

Amarelo ou laranja: Reforçam as defesas

Exemplos: Mamão, cenoura, laranja, milho, abóbora.

São ricos em betacaroteno, fundamental para a manutenção dos tecidos e cabelos. Ricos em vitamina C, participam da ação do colágeno e tem ação antioxidante contra os radicais livres. Também beneficiam a visão e fortalecem o sistema de defesa. Alguns destes alimentos também são capazes de prevenir o câncer de mama.

Verde: Limpeza do organismo

Exemplos: Abacate, abobrinha, alface, quiabo, repolho, brócolis, kiwi.

Nestes alimentos o pigmento responsável é a clorofila, considerada um importante energético celular. Desintoxica as células, inibe os radicais livres, protege o cabelo e a pele. Impede que o organismo absorva as substâncias químicas.

Marrom: Regulador do intestino

Exemplos: Soja, aveia, arroz integral, trigo, lentilha, nozes.

São ricos em fibras, por isso favorecem o bom funcionamento do intestino, prevenindo a prisão de ventre. Também têm efeito antioxidante, vasodilatador, e combatem a ansiedade e a depressão.

Preto ou roxo: Retardam o envelhecimento e cuidam do coração

Exemplos: Ameixa, uva, jabuticaba, beterraba, repolho-roxo, alcachofra.

Contém antocianina, pigmento ligado à vitamina B1. Os alimentos desta cor retardam o envelhecimento, neutralizam as substâncias cancerígenas, antes que elas alterem o código genético. Auxiliam o sistema nervoso, pois favorecem a circulação e protegem o coração. Também contém boa quantidade de ferro.

Fonte: SEGS Portal Nacional.

Qualidade de uva orgânica impressiona produtores do RS


Produzir a cultivar niágara rosada, uma das cultivares mais suscetíveis à doenças, há quatro anos, sem utilizar nenhum tipo de agroquímico é uma vitória comemorada pelo pesquisador da Embrapa Uva e Vinho George Wellington Bastos de Melo, coordenador do projeto de cultivo orgânico .

No Dia de Campo sobre Cultivo Orgânico de Uva Niágara Rosada, realizado na terça-feira (20), foi possível compartilhar a receita dessa experiência, trocar informações e responder questionamentos dos participantes .

O evento atraiu cerca de 50 agricultores, técnicos e autoridades, que ficaram impressionados com os resultados obtidos na área com cobertura plástica. Os participantes após avaliarem os custos de implantação, chegaram a conclusão que mesmo com o alto investimento na cobertura, o retorno é garantido pela eliminação de agroquímicos, agregando valor ao produto por ser orgânico, além de possibilitar o trabalho mesmo em dias de chuva, brincaram os participantes, animados com as possibilidades.

Dentre os presentes, especial atenção para a participação dos secretários de Agricultura de Bento Gonçalves, Gilmar Cantelli, e de Garibaldi, Jorge Luís Mariani. Ambos os secretários, além do cargo político, são agricultores orgânicos e pretendem estimular nas suas gestões essa forma de produção.

Cantelli comentou que a realidade de Bento Gonçalves é diferente de Garibaldi. “Enquanto aqui ocorre a venda direta ao consumidor, em Garibaldi eles estão melhor estruturados na COOPEG (cooperativa da qual Mariani é o presidente) e vendem para grandes redes de varejo em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro”. Durante a sua gestão, Cantelli pretende apresentar os orgânicos como um novo nicho nicho de mercado e fechar convênios e parcerias, como por exemplo como o Centro Ecológico de Ipê, para repassar conhecimentos e dar subsídios para os produtores do município.

Mesmo atuando há dez anos produzindo orgânicos, “é importante unir o que aprendemos com o conhecimento desenvolvido pela Embrapa com as suas pesquisas. E importante aproveitar o que já se tem para não perder tempo e colhermos bons resultados”, afirmou Jorge Luís Mariani.

O secretário de Garibaldi e também presidente da COOPEG é bastante entusiasmado com o tema orgânicos. Durante a sua gestão, pretende realizar projetos relacionados à produção orgânica com a Embrapa Uva e Vinho e envolver outras Secretarias da Serra, como Barão, Farroupilha e Carlos Barbosa, que já demonstraram interesse pelo assunto.

Após o Dia de Campo, os secretários Cantelli e Mariani fizeram uma visita ao chefe geral da Embrapa Uva e Vinho, Lucas Garrido, para reforçar o interesse das Secretarias nesta aproximação com a Instituição de Pesquisa.

Fonte: Jornalista Viviane Zanella, Embrapa Uva e Vinho.

Alimentos para a saúde

Alimentos funcionais

Alimentos funcionais

Você já ouviu falar dos alimentos funcionais? Recentemente, foram descobertas substâncias presentes nos alimentos que não são, necessariamente, nutritivas, mas apresentam benefícios à saúde e que foram nomeadas como “funcionais” ou bioativas.

A ingestão regular de alimentos ricos nessas substâncias promove a melhoria da saúde, previne e reduz o risco de doenças. De acordo com o nutricionista, Yuri Martins, existe uma série de benefícios que podem ser obtidos com o consumo desses alimentos. “Os efeitos vão depender do tipo de alimento consumido e das substâncias bioativas presentes. De forma geral, eles podem reduzir a pressão arterial e a melhorar a imunidade. Além de serem ricos em antioxidantes e possuírem propriedades anti-infamatórias”, afirma.

O nutricionista dá a dica de alguns alimentos com funções bioativas. “Um bom exemplo é o alho, que possui em sua composição a Alicina e a Quercetina que baixam a pressão arterial, reduzem a glicemia, têm ação bactericida, antifúngica, antiviral, diminuem o colesterol, além de ajudar a prevenir o desenvolvimento de tumores malignos”, explica.

Outro alimento com função bioativa é soja, segundo Yuri, esse grão ajuda a amenizar os efeitos da menopausa. “A soja contém Isoflavona, que também diminui o risco de se desenvolver doenças cardiovasculares”, diz o nutricionista.

Yuri lembra que esses alimentos já são consumidos naturalmente pela população. “O que devemos buscar é o equilíbrio e a quantidade certa no consumo diário para que os possíveis efeitos benéficos possam ser mais bem aproveitados pelo organismo. Vale lembrar que a forma de utilização na gastronomia e a inserção desses alimentos no dia a dia precisam ser planejadas para que esse alimento não interfira negativamente no aproveitamento de outros nutrientes. Neste caso, o nutricionista é o profissional indicado para introduzir esses alimentos da melhor forma na dieta”, completa.

Existem cápsulas das substâncias disponíveis no mercado que podem ser uma outra alternativa. “O alimento sempre deve ser alimento, nada pode substituí-lo. A dieta e o padrão alimentar devem ser equilibrados, para que não haja a necessidade de se consumir cápsulas. Os suplementos são uma boa opção quando um possível componente bioativo existente no alimento não é suficiente para trazer tais benefícios á saúde. As cápsulas não trazem os alimento e, sim, o princípio de tanto interesse a saúde. O que as pessoas devem ter em mente é que a melhor opção é sempre consumir os alimentos e, com auxilio de um profissional capacitado, realizar suplementação dessas substâncias de acordo com as necessidades individuais”, reforça.

Não é possível generalizar a melhor forma de consumo dos alimentos bioativos. Cada pessoa tem suas necessidades específicas, seus hábitos, rotina diária de trabalho, exercícios físicos e alimentos. Todos os aspectos devem ser levados em consideração, para se obter uma conduta ideal que promova um resultado positivo.

Perfil daFarmacotécnica – A Farmacotécnica – Instituto de Manipulações Farmacêuticas, empresa genuinamente brasiliense, oferece assistência farmacêutica há mais de 30 anos com o objetivo de dar opções ao médico de prescrever o medicamento sob medida e na dose certa para cada paciente. Para isso, trabalha com farmacêuticos especializados credenciados pela Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag). A sua missão é manipular medicamentos com precisão, produzir e comercializar produtos diferenciados no mercado. Atualmente, a Farmacotécnica conta com oito farmácias equipadas com laboratórios de última geração. Sua estrutura compreende laboratórios de sólidos, semi-sólidos e de líquidos, uma indústria de cosméticos, laboratórios de controle de qualidade, e uma chácara de cultivo de ervas medicinais.

Dicas de alimentos “funcionais”: – Uva e frutas vermelhas- Efeito antioxidante, ajuda na diminuição do LDL colesterol e auxilia, na menopausa, a reduzir os sintomas do climáteiro | – Soja- Contém Isoflavonas, que auxiliam no alívio dos sintomas da mepopausa e reduzem o risco de desenvolver doenças cardiovasculares | -Aveia – Possui Betaglucana que ajuda no controle de glicemia e do colesterol sérico | – Peixe de água fria e linhaça- Omêga 3, previne o surgimento de doenças cardiovasculares, doenças auto-imunes e efeito anti-inflamatórios.

Fonte: Revista Fator Brasil.

Pesquisas indicam que a casca de frutas cítricas pode fazer bem à saúde

A casca contém uma concentração 20 vezes maior da substância

A casca contém uma concentração 20 vezes maior da substância

Cientistas dos Estados Unidos alimentaram ratos de laboratório com uma dieta rica em colesterol e depois acrescentaram na alimentação dos animais substâncias retiradas da casca de tangerinas e laranjas.

Eles descobriram que as substâncias, conhecidas como flavonas, diminuíram significativamente o nível do colesterol LDL (Lipoproteína de Baixa Intensidade), o chamado “colesterol ruim”, no sangue dos animais.

O estudo foi publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry.

Suplemento

As flavonas são anti-oxidantes que pertencem a um grupo de substâncias químicas conhecidas como flavonóides.

Elas estão presentes em vários frutos e legumes, assim como no chá e no vinho tinto.

Um estudo piloto indicou que os humanos também se beneficiam das cascas de frutas cítricas, e os pesquisadores estão investigando se um suplemento que combina as flavonas com um tipo de vitamina E pode reduzir os índices de colesterol.

A pesquisadora Elzbieta Kurowska, da companhia canadense KGK Synergize, disse que o suco de frutas cítricas contém quantidades muito pequenas das flavonas relevantes.

A casca, ao contrário, contém uma concentração 20 vezes maior da substância.

No estudo, uma parte dos ratos foi alimentada com as flavonas mais comumente encontradas em frutas cítricas, a tangeretina e a nobiletina.

Uma dieta contendo apenas 1% dessas substâncias conseguiu reduzir em 40% o colesterol dos animais.

Um outro grupo de hamsters teve sua dieta enriquecida com dois outros tipos de flavonóides, a hesperetina e a naringenina.

Essa dieta também reduziu o nível de colesterol dos animais, mas só surtiu efeito quando a dosagem foi aumentada para 3%.

Kurowska disse que, aparentemente, as substâncias têm a capacidade de diminuir a secreção de colesterol pelo fígado.

“Nós acreditamos que os super-flavonóides têm o potencial de rivalizar e até bater o efeito redutor do colesterol de alguns remédios, sem o risco de efeitos colaterais”, disse a pesquisadora

Fonte: Associação Brasileira de Nutrologia.

 

Feira Ecológica de Porto Alegre ensina conservar os alimentos no verão

Nutricionista Herta Karp Wiener (blusa amarela)

Nutricionista Herta Karp Wiener (blusa amarela)

Neste sábado (24), na Feira dos Agricultores Ecologistas, FAE, a nutricionista Herta Karp Wiener fala da conservação dos alimentos no verão. “Uma prática recomendável é enrolar as verduras em um pano de algodão antes de colocá-las no plástico”. Tal proposta vem ao encontro da campanha Alternativas ao Plástico, desenvolvida pela feira desde novembro de 2008. 

 
Herta comenta quais as maiores dificuldades de conservar os alimentos no verão, ensinando como preservar os seus nutrientes. Ela vai estar na Banca do Meio, ao lado do caldo-de-cana, das 9h30min às 12h30min, demonstrando propostas simples e viáveis.
 
A Feira dos Agricultores Ecologistas é um espaço livre de transgênicos, agrotóxicos e adubos químicos. Ela acontece todos os sábados na primeira quadra da rua José Bonifácio, em Porto Alegre, das 7 às 13h.

Texto da jornalista Cláudia Dreier.

Projeto beneficia famílias com horta agroecológica

Produtores selecionados recebem um kit

Produtores selecionados recebem um kit

A Embrapa Rondônia participa essa semana da seleção de famílias que farão parte do projeto “Produção Agroecológica Integrada Sustentável” (PAIS) na localidade de Nova Califórnia, a 350 quilômetros do centro de Porto Velho, capital de Rondônia.

Os produtores selecionados recebem um kit com materiais para a construção de um galinheiro, de uma horta agroeocológica e de um sistema de irrigação inteligente, uma tecnologia inovadora implantada em outras regiões do País.

O projeto PAIS é uma tecnologia social financiada pela Fundação Banco do Brasil com apoio do SEBRAE e do Ministério da Integração Nacional. Em Porto Velho, onde 100 famílias serão beneficiadas, participam do projeto a Prefeitura Municipal e a Embrapa Rondônia.

O modelo inovador foi idealizado em 1999 pelo engenheiro agrônomo senegalês radicado no Brasil Aly N’Diaye, que na época vivia com cerca de trinta famílias de agricultores no interior do Estado do Rio de Janeiro. A filosofia principal é o reaproveitamento dos recursos existentes na propriedade para um cultivo sem o uso de agrotóxicos ou insumos químicos e com economia de água na irrigação.

Para isso, o projeto PAIS fornece um kit com materiais e informações técnicas para a construção da horta. Três canteiros são dispostos em círculo ao redor de um galinheiro com capacidade para 11 aves. Uma quarta camada circular, chamada de quintal agroecológico, é destinada à produção de frutas, grãos e outras culturas. O sistema de irrigação por gotejamento é feito com mangueiras, bomba e caixa d’água, que também fazem parte do kit.

Embrapa realiza pesquisa participativa

O pesquisador da Embrapa Rondônia José Orestes Merola, que acompanha a equipe na visita às famílias de Nova Califórnia, onde serão instalados os kits, desenvolve um trabalho de pesquisa participativa para a produção de insumos alternativos. Os agricultores ajudam a identificar materiais orgânicos disponíveis na propriedade, como palha ou esterco. A Embrapa Rondônia auxilia na transformação dos materiais brutos em insumos, que são testados e avaliados na prática. Análises de laboratório complementam a pesquisa para o desenvolvimento de tecnologias produtivas e baratas.

Os agricultores visitados essa semana também fazem parte de outro projeto sustentável, o Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado (Reca). Há mais de vinte anos as famílias trabalham com culturas como o cupuaçu, a castanheira, a pupunheira e o mogno. A extração do produto segue os padrões locais e tradicionais da região e a comercialização é feita de forma coletiva.

Fonte: Embrapa Rondônia.

Maçã, pêssego, mel e lã recebem apoio para comercialização

Mais uma Linha Especial de Crédito (Lec) foi aprovada pelo governo para apoiar a comercialização de produtos agropecuários. A portaria nº 37, divulgada nessa segunda-feira (19) no Diário Oficial da União (DOU), define a concessão do crédito a beneficiadores e agroindústrias que comprovarem aquisição da matéria-prima diretamente de produtores ou suas cooperativas, pelo preço igual ou superior a R$ 0,60 por kg de maçã e pêssego, R$ 2,70 por kg de mel e R$ 4,00 por kg de lã ovina.

Com a medida, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) atende a setores específicos e financia o carregamento da produção para comercialização em condições de preços mais favoráveis aos produtores rurais, a exemplo do Empréstimo do Governo Federal (EGF).

O prazo de contratação vai até setembro de 2009 e o reembolso é de até 180 dias, com possibilidade de amortizações intermediárias a critério do agente financeiro. A taxa de juros básica é de 6,75% ao ano.

Por: Débora Pinheiro, do Ministério da Agricultura.

Canola, produto essencialmente transgênico

Plantação da transgênica canola

Plantação da transgênica canola

A canola, ou “colza” em francês, também chamada “rapeseed” na Europa, foi deselvolvida em um dos programas de melhoramento genético do governo canadense nos anos 60, como alternativa para a produção de óleo vegetal.

Há duas ‘subespécies’ de canola, a argentina e a polonesa, também modificadas por melhoramento para seus ambientes de plantio.

No Canadá, a canola foi uma das primeiras culturas geneticamente modificadas (em 1998), basicamente para resistir a herbicidas (Roundup, Liberty Link e Clearfield), e aumentar a produção.

Por conta da facilidade de reprodução, com milhares de sementes produzidas por planta de canola, seu controle é muito difícil. Soma-se a isso o fato de ser resistente a herbicidas, o resultado foi que a maior parte da canola canadense hoje é transgênica. Além disso, a canola transgênica se tornou, ela mesma, uma “erva daninha” para produtores de outras culturas, pois se reproduz rapidamente e resiste a herbicidas.

Clique aqui e veja, em inglês, uma publicação do Greenpeace sobre Canola.

Fonte: Outra Agricultura.

Ansiedade e Depressão Duplicam em Jovens com Excesso de Peso

Problemas aumentam em crianças com má alimentação e excesso de peso.

Problemas aumentam em crianças com má alimentação e excesso de peso.

O equilíbrio emocional das crianças espanholas, entre os quatro e os 14 anos de idade, sofrem impacto negativo quanto mais avança entre elas o excesso de peso, o sedentarismo e a má alimentação. Segundo estudo realizado na Espanha, transtornos como ansiedade e depressão duplicam quando comparados com o grupo com maiores níveis de atividade física e melhor alimentação.

O trabalho ouviu 430 jovens, através de questionários aplicados em consultas de saúde, e revelou que a má alimentação tomou conta desta faixa etária. Apesar de a amostragem não ser grande, confirma tendência revelada em estudos anteriores.

Cerca de ¼ dos participantes têm hábitos nutricionais “muito maus” e em torno da metade deles fez da fast-food um hábito, não consumindo vegetais nem sequer uma vez por dia. Apenas 40% comem uma fruta ou consomem sucos ao menos uma vez por dia.

Em torno de 49% dos jovens que responderam aos questionários foram classificados dentro de um nível nutricional médio ou baixo – 19% e 24%, respectivamente. A pré-obesidade e a obesidade atingem 16% deste público. “Os jovens espanhóis afastam-se cada vez mais da dieta mediterrânea. Comer em casa deixou de ser sinônimo de alimentação saudável”, afirmou Luis Serra, um dos autores do estudo e diretor do Centro de Pesquisa em Nutrição Comunitária da Universidade de Barcelona.

Fonte: ABESO.

 

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