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Audiência pública rejeita arroz transgênico da Bayer

Arroz transgênico da Bayer

Arroz transgênico da Bayer

Ambientalistas, produtores e cientistas deixam claro em reunião que variedade geneticamente modificada não trará benefícios.

“É, e a gente achou que isso aqui seria uma barbada…” O comentário de um participante pró-transgênico durante a audiência pública da CTNBio, realizada nesta quarta-feira (18/3) em Brasília para discutir o arroz geneticamente modificado da Bayer, mostra bem como os argumentos da empresa foram desconstruídos com propriedade por ambientalistas, grandes produtores e alguns cientistas, todos preocupados com o alto impacto negativo que a introdução do arroz LL62 poderá causar no meio ambiente e no mercado brasileiro do produto.

A empresa não apresentou à Comissão estudos sobre resíduos de agrotóxico nos grãos e negligenciou o alto potencial de contaminação do seu arroz transgênico na produção brasileira. Não à toa, durante a audiência, recebeu críticas até de prováveis aliados, como a Embrapa, Federação de Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), que deixaram claro que não querem que o arroz transgênico da Bayer seja aprovado no Brasil.

Os consumidores brasileiros também não querem. Em pouco mais de uma semana, reunimos mais de 15 mil assinaturas de pessoas contrárias à liberação do arroz transgênico da Bayer no país. Participe também, assine aqui a nossa petição.

A audiência pública contou com 12 palestrantes, que tiveram 15 minutos cada para fazer sua defesa ou crítica.

Nós ‘twitamos’ diretamente da reunião em Brasília. Para saber detalhes do que aconteceu por lá, confira o nosso canal no Twitter (não é preciso ser cadastrado).

O arroz transgênico da Bayer está na pauta de votação da CTNBio desta quinta-feira (19/3). A reunião da Comissão começa às 9 horas no auditório do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), em Brasília.

Rafael Cruz, coordenador da campanha de transgênicos do Greenpeace, afirmou durante sua exposição que o risco de contaminação do arroz brasileiro por variedades transgênicas é um grande problema para a agricultura, especialmente neste momento que o país busca espaço no mercado externo.

“O escândalo da contaminação de campos de arroz nos Estados Unidos, vazada de campos experimentais de arroz transgênico da Bayer, gerou um grande trauma no mercado internacional. Ninguém quer o arroz da Bayer no seu campo, nem no seu prato”, disse Rafael Cruz.

João Volkmann, produtor de arroz biodinâmico no Rio Grande do Sul, também mostrou receio em relação à possibilidade de ver sua lavoura contaminada por transgênicos. Ele, que tem sua produção certificada nos Estados Unidos e no Japão, tem certeza de que, uma vez liberado no campo, o arroz transgênico da Bayer causará prejuízos aos agricultores gaúchos, afetando consequentemente a produção nacional de arroz – o Rio Grande do Sul é responsável hoje por 63% de todo o arroz produzido no país segundo dados apresentados na audiência.

Rejeição

O posicionamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na audiência pública, um dos mais esperados do dia, foi enfático. Flávio Braseghello, da Embrapa Arroz e Feijão, lembrou que é grande a probabilidade de cruzamento entre arroz transgênico e arroz vermelho, considerado erva indesejada pelos rizicultores sulistas.

Segundo ele, “uma vez liberado no meio ambiente, não há controle, não há possibilidade de se fazer recall”. Em seguida, sentenciou que a Embrapa se posiciona contra a liberação deste transgênico.

A pesquisadora e médica Nise Yamaguishi, questionou a falta de cuidado da Bayer ao não apresentar estudos de toxicologia da planta. Segundo ela, a própria Monsanto já lhe declarou que a CTNBio nunca pediu estudos de efeitos de transgênicos à saúde humana, e ressaltou que a empresa que propõe transgênicos tem que provar que são seguros.

Fonte: Greenpeace Brasil.

ONG realiza manifestação contra o uso de sacolas plásticas

Sacolas plásticas contaminam o ambiente

Sacolas plásticas contaminam o ambiente

A ONG Defensoria Social pretende reunir no próximo dia 22, a partir das 13h, mais de cem manifestantes em frente a duas grandes redes de supermercados de São Paulo para protestar contra o uso de sacolas plástica.
 
O ato público, que será realizado simultâneamente em outras quatro cidades no país, marca o lançamento da campanha No Plastic Pollution Day. A mobilização pretende despertar na sociedade uma reflexão em torno do efeito nocivo dos plásticos descartados de forma incorreta no meio ambiente. Os organizadores do ato pretendem, ainda, mostrar que existem soluções como sacolas de pano, retornáveis, biodegradáveis, oxi-biodegradáveis e compostáveis.

A manifestação inspira-se em inciativas como o Dia da Limpeza das Praias e pretende fazer com que a sociedade pare um dia para pensar no efeito nocivo da poluilção do planeta por plásticos não recicláveis como as sacolas de supermercados.
 
O secretário geral da ONG Defensoria Social, Leonardo Aguiar Morelli, explica que o Brasil possui tecnologia que permite a oxibiodegradação de plásticos não recicláveis. “Em alguns estados, como Espirito Santo e Goias”, enfatiza Morelli, “seu uso se tornou obrigatório por lei. Já em São Paulo, o projeto de lei foi vetado pelo Governador Serra, em benefício das grandes corporações que controlam a produção das petroquimicas que se beneficiam dessa poluição, em especial, a Indústria BRASKEM.

Serviço:
Ato público contra sacolas de plástico convencionais
Dia 22 de março (domingo) a partir das 13h
Avenida Marquês de São Vicente – Barra Funda – SP

Veja o vídeo chega de contaminação por plástico no site da ONG Defensoria Social.

Por Juarez Tosi, especial para Vida Sustentável.

Cuba produz primeiras mil toneladas de açúcar orgânico


Cuba produziu neste ano as primeiras mil toneladas de açúcar orgânico para comercialização, especificamente, em países da Europa, América do Norte e Japão, afirmou uma fonte do setor na província central de Villa Clara, citada pela PL.

O produto elaborado nesta primeira semana é de excelência, qualidade que garante sua colocação no mercado internacional, precisou o chefe da sala de análise do Ministério do Açúcar nesse território, Félix Hernández. 

Compradores dessas regiões pagam a tonelada de açúcar orgânica a um preço superior aos 600 dólares, destacou hoje o jornal Trabajadores, em que Hernández descreve seu complexo processo de fabricação na empresa Carlos Baliño, do município de Santo Domingo.
 
Fonte: Agência Cubana de Notícias.

Uso de anabolizantes pode causar alterações cerebrais


Anabolizantes frequentemente diminuem a produção de receptores de serotonina em regiões do cérebro relacionadas ao controle da agressividade. A serotonina, uma substância responsável por controlar emoções fortes, não pode passar  suas informações de um neurônio para outro sem o receptor. Por isso, usuários de “bombas” têm grande chance de se tornarem mais impulsivos, agressivos e ansiosos.

Essa é a conclusão de uma pesquisa feita com camundongos no Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) pelo biólogo Guilherme Ambar. A dissertação de mestrado é o primeiro estudo a mostrar que o uso de anabolizantes altera a maneira que a informação genética é trascrita em diversas áreas do cérebro. Ambar foi orientado pela professora Silvana Chiavegatto, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP. O estudo teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

“O anabolizante nandrolona (conhecida no Brasil por Deca-durabolin) em dose muito altas interferiu no sistema da serotonina”, resume Silvana. “Por isso, a agressividade pode ter um componente molecular”.

Para a serotonina atuar no cérebro, ela precisa de proteínas receptoras. Como primeiro passa para fabricá-la, os neurônios produzem o ácido RNA mensageiro. Ambar percebeu que a quantidade de RNAs mensageiros produtoras desses receptores de serotonina era entre 37% a 66% menor em camundongos que receberam anabolizantes.

Para realizar a pesquisa, Âmbar criou dois grupos de camundongos em condições idênticas. A partir do terceiro mês de vida, quando os camundongos já são adultos jovens, um dos grupos recebeu o anabolizante nandrolona por 28 dias. As doses foram semelhantes às usadas em academias  — 10 a 100 vezes maiores do que as utilizadas pelos médicos em tratamentos. Depois desse período, Ambar analisou os neurônios de três regiões do cérebro: hipocampo, hipotálamo, córtex pré-frontal e amígdala.

Menos receptor, mais agressividade
A partir do 16° dia recebendo injeções diárias de nandrolona, os animais foram submetidos a uma série de testes de comportamento. Camundongos que receberam o anabolizante tiveram mais sinais de ansiedade em situações desconhecidas, foram mais impulsivos e mostraram maior agressividade.

Para medir a agressividade, os pesquisadores colocaram mais um camundongo na gaiola das cobaias e observaram as reações. Cerca de 75% dos camundongos que receberam anabolizantes atacaram o intruso nos primeiros 15 minutos, enquanto somente 30% do outro grupo atacaram. Os animais que tomaram nandrolona também agrediram de forma mais impulsiva: eles demoraram, em média, 400 segundos para atacar o intruso; a média do outro grupo foi de cerca de 700 segundos.

Nos testes, os camundongos que tomaram anabolizantes também se mostraram mais ansiosos. Cada animal foi colocado num labirinto em forma de cruz, com áreas cobertas e descobertas. Camundongos que receberam nandrolona fugiam mais rápido do que os outros animais para as áreas protegidas.

“Os animais se comportaram como as pessoas que abusam de anabolizantes”, explica a professora Silvana Chiavegatto, orientadora de pesquisa. “Camundongos têm no cérebro um sistema para controlar emoções parecido com o nosso. Por isso, há fortes indícios de que os anabolizantes podem mudar a expressão de genes também no cérebro humano”.

Segundo informações do Centro Brasileiro de Drogas Psicotrópicas (CEBRID), o Deca-durabolin é um dos anabolizantes mais utilizados no País. Um levantamento do Centro realizado em 108 cidades em 2005 mostra que 0,9% da população já utilizou anabolizantes alguma vez. Os maiores consumidores são homens entre 17 e 34 anos e o uso é maior na região Sudeste. O uso de anabolizantes aumentou 201 % (triplicou) entre 2001 e 2005.

Fonte: Agência USP de Notícias.

Excesso de sedentarismo preocupa autoridades de São Paulo

Estudo envolveu a cidade de São Paulo e outras 13 regiões do Estado.

Estudo envolveu a cidade de São Paulo e outras 13 regiões do Estado.

Um em cada cinco cidadão paulista é sedentário ou não realiza qualqure tipo de atividade física. A conclusão é de um estudo realizado pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. O levantamento ocorreu em 2008, quando foram ouvidas cerca de 2,6 mil pessoas de ambos os sexos, acima de 14 anos, de diferentes faixas etárias, escolaridade, classes sociais e profissões na cidade de São Paulo e outras 13 regiões do Estado. O trabalho foi realizado em parceria com o Celafiscs, de São Caetano do Sul, entidade não governamental que executa o programa Agita São Paulo, da Secretaria.

Do total de entrevistados, 19,4% não atendem às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para o acúmulo de 30 minutos de atividades físicas, que exijam movimento corporal, pelo menos cinco dias por semana.

Os totalmente sedentários, que praticam zero de atividade física, representaram 3,4% dos participantes da pesquisa. Outros 7,4% informaram que realizam atividades em tempo e quantidade de dias insuficientes. E 8,6% erram ou no tempo ou no número de dias em que praticam exercícios.

“Essas pessoas são sérias candidatas a terem problemas de saúde. O sedentarismo é uma doença que leva a outras doenças, como obesidade, infarto e outros problemas cardiovasculares”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.

O levantamento também apontou aumento do número de paulistas ativos ou muito ativos fisicamente. Dos entrevistados, 64,7% foram considerados ativos (acumulam pelo menos 30 minutos diários de exercícios), e 15,9%, muito ativos, ou seja, fazem até mais do que o recomendado. Em 2006 a porcentagem dos considerados ativos ou muito ativos foi de 62,1% e 13,4%, respectivamente.

Para a realização do estudo foi aplicado questionário internacional da atividade física (Ipaq – International Phisical Activity Questionnaire). A cidade de Curitiba foi utilizada como área de controle, para efeito comparativo. Lá o índice de ativos, num universo de 400 entrevistados, caiu de 70,5% para 52,8% entre 2006 e 2008, e o de muito ativos subiu de 11,8% para 16,8%. O percentual de curitibanos totalmente sedentários cresceu de 3,9% para 9,8% no mesmo período.

A pesquisa apontou, ainda, que as mulheres continuam sendo mais ativas fisicamente que os homens. Entre os entrevistados do sexo masculino houve 58,3% de ativos e 19,9% de muito ativos. Já entre as mulheres foram 71% de ativas e 11,9% de muito ativas.

Texto: Vida Sustentável com informações da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

Brasil sedia encontro de produtores mundiais de pimenta-do-reino

Pará é o maior produtor de pimenta-do-reino do país

Pará é o maior produtor de pimenta-do-reino do país

O Brasil sedia em dezembro próximo, em Belém do Pará, a 37ª Sessão da Comunidade Internacional da Pimenta-do-Reino (IPC). Participam do evento representantes dos seis principais produtores mundiais, Índia, Indonésia, Malásia, Sri Lanka e Vietnã, além da delegação brasileira. A reunião tem por objetivo promover, coordenar e harmonizar atividades relacionadas à economia do produto.

O estado do Pará foi escolhido por ser o maior produtor de pimenta-do-reino do país, com mais de 80% de toda a produção. O Brasil está sediando o evento pela segunda vez. Em 2001 a capital paraense também havia recebido os maiores produtores do mundo.

O Brasil chegou a liderar a produção mundial de pimenta-do-reino no início da década de 1980. Vários fatores, como os preços baixos e o alto custo dos insumos desistimularam muitos brasileiros de plantarem a pimenta. Hoje a liderança está com o Vietnã, país que sediou a última sessão, no ano passado. Logo atrás vem Indonésia e Índia. O Brasil é o quarto maior produtor, com 13% do total, mas é o segundo colocado entre os exportadores.

Com origem na Índia, a pimenta-do-reino foi introduzida no Brasil em 1933, por imigrantes japoneses que se fixaram no município de Tomé-Açu (Pará). A produção estadual chega a 40 mil toneladas, cerca de 90% do total brasialeiro. Os maiores consumidores da pimenta brasileira são os Estados Unidos e a Europa. É a mais importante especiaria comercializada no mundo, usada como condimento e nas indústrias de carnes e conservas. Agricultores familiares são os principais produtores.

Texto: Redação Vida Sustentável.

Projeto proíbe transgênicos na alimentação escolar em Porto Alegre

 Mais de 56 mil estudantes da capital gaúcha devem ser beneficiados

O vereador Beto Moesch (PP) protocolou na terça-feira, dia 10 de março, na Câmara Municipal de Porto Alegre, projeto de lei que proíbe a utilização de alimentos geneticamente modificados nas refeições servidas nas 95 escolas municipais de Porto Alegre. Mais de 56 mil estudantes devem ser beneficiados. A iniciativa conta com o apoio da organização não-governamental (ONG) ambientalista Greenpeace.

“Ainda não há comprovação de que os transgênicos não apresentam riscos futuros à saúde da população, dos animais e do meio ambiente”, afirma o parlamentar. Para ele, os alunos da rede pública devem ser protegidos em respeito ao princípio da precaução.

A proposta também prevê o estímulo ao uso de produtos isentos de agrotóxicos no cardápio das unidades de ensino. Segundo Moesch, o consumo de alimentos orgânicos, além de saudável, é educativo, pois coloca a comunidade escolar em contato com um sistema de produção que busca manejar de forma sustentável os recursos naturais.
 
Fonte: EcoAgência Solidária de Notícias Ambientais.

Conheça os benefícios dos chás e temperos

Muitos problemas podem ser prevenidos com a utilização correta dos chás e temperos

Muitos problemas podem ser prevenidos com a utilização correta dos chás e temperos

Má digestão, hipertensão, gripes, resfriados, colesterol alto… Muitos desses sintomas, e outros tantos, podem ser prevenidos com uma alimentação saudável e o uso de temperos e chás em nosso dia-a-dia. Nossos avós sempre tinham chás e temperos plantados em sua horta ou em um vaso, pois sabiam dos seus benefícios para a saúde.

Hoje, as pesquisas têm comprovado a eficácia de muitas plantas que já eram utilizadas a milhares de anos por muitos povos que conheciam suas propriedades curativas. Estas plantas são dotadas de princípios ativos, de vitaminas, de sais minerais e por isso são capazes de contribuir na promoção da saúde, equilíbrio e disposição.

Mas é necessário que tenhamos cuidado quanto ao tempo de utilização de um mesmo chá e às contra-indicações. Na dúvida é sempre importante consultar um médico.

Só utilize plantas de boa procedência. Observe se foi bem desidratada, se é realmente a planta que necessitas. Respeite as quantidades e o tempo de uso.

Conheça os principais chás e temperos que você pode encontrar na loja Grão Natural, em Porto Alegre/RS.

Aipim Folha – pó de folhas

Babaçu – pó

Banchá (Camelia sinensis)

Carvão Vegetal – pó

Carvão Vegetal – cápsulas

Catuaba pó

Chá de Abacateiro (Persea gratissima gaerin) – folhas

Chá de Alcachofra (Cynara scolymus)

Chá de Alcaçuz

Chá de Alecrim (Rosmarinus officinalis)

Chá de Alfafa (Medicago sativa) – pó de folhas

Chá de Amoreira (Morus nigra)- folhas

Chá de Arnica do Mato (Chaptalia nutans) – folhas

Chá de Artemísia (Chrysanthemum parthenium) – folhas

Chá de Arruda (Ruta graveolens) – folhas

Chá de Bardana (Arctium lappa) – folhas

Chá de Boldo ( Coleus barbatus) – folhas

Chá de Buva (Erigeu bonariensis) – folhas

Chá de Cabelo de Milho (Zea mays) – folhas

Chá de Calêndula (Calendula officinalis) – flores

Chá de Cacau – casca

Chá de Camomila (Matricaria chamomilla) – flores

Chá de Capim Cidreira (Cimbopogon citratus) – folhas

Chá de Carqueja (Bacharis articulata) – folhas

Chá de Carquejinha (Bacharis trimera) – folhas

Chá de Casca de Nozes

Chá de Catinga de Mulata (Tanacetum vulgare) – folhas

Chá de Cavalinha (Equisetum arvense)

Chá de Centela (Centella asiática L.) – folhas

Chá de Cimicifuga (Cimicífuga racemosa)

Chá-De-Bugre (Cascaria sylvestris) – folhas

Chá Digestivo – Composição de sete ervas aromáticas digestivas

Chá Emagrecedor – Composição de sete ervas emagrecedoras

Chá Habu (Cassia torosa) – sementes

Chá Preto

Chá Verde (Camelia sinensis)

Chá de Chapéu-De-Couro (Echinodorus macraphyllum) – folhas

Chá de Cipó-Mil-Homens (Aristolachia triangularis)

Chá de Coronilha

Chá de Dente-De-Leão (Taraxacum officinale W.) – folhas

Chá de Equinácea

Chá de Erva Baleeira (Cordia verbenacea)

Chá de Erva Cidreira (Aloysia triphylla) – folhas

Chá de Erva-de-Bicho (Polygonum hidropiper L.) – folhas

Chá de Erva-de-São João (Hypericum perfuratum)

Chá de Erva-de-Santa Maria (Chenopodium ambrosioides)

Chá de Espinheira Santa (Maytenus ilicifolia) – folhas

Chá de Eucalipto Cidró (Eucalyptus citriodora) – folhas

Chá de Funcho (Foeniculum vulgare M.) – sementes

Chá de Gengibre

Chá de Ginko Biloba (Giinkgo biloba) – folhas

Chá de Graviola

Chá de Guaco (Mikania cordifolia) – folhas

Chá de Hibisco

Chá de Hortelã (Mentha spp) – folhas

Chá de Insulina (Sphagneticola trilobata) – folhas

Chá de Jurubeba (Solanum paniculatum L.)

Chá de Laranjeira (Citrus sinensis O.) – folhas

Chá de Laranja Azeda

Chá de Levante (Mentha citrata)

Chá de Losna (Artemisia absinthium)

Chá de Louro (Laurus nobilis)

Chá de Malva (Malva parviflora / Malva sylvestris)

Chá de Malva Cheirosa (Pelargonium graveolens)

Chá de Manjericão (Ocimum basilicum)

Chá de Manjerona (Majorana hortensis / Origamum majorana)

Chá de Maracujá – (Passiflora) – folhas

Chá de Macela /Marcela (Achyrocline satureiocides) – flores

Chá de Melissa (Melissa officinalis L.)

Chá de Mil-em-Rama (Achillea millefolium L.)

Chá de Miraruíra

Chá de Murta (Blepharocallyx salicifolius)

Chá de Nogueira (Juglans regia L.) – folhas

Chá de Pariparoba (Piper rohrü)

Chá de Pata de Vaca (Bauhinia forfica L.)

Chá de Picão Preto (Bidens pilosa L.)

Chá de Poejo (Mentha pulegiun ) – folhas

Chá de Porangaba

Chá de Quebra-Pedra (Phyllantus spp.) – folhas

Chá de Quebra-Tudo (Callea serrata) – folhas

Chá de Quina (Cinchona sp.)

Chá de Quitoco

Chá de Ruibarbo

Chá de Sabugueiro (Sambucus nigra)

Chá de Salsa (Petroselinum sp.) – raiz

Chá de Salsaparrilha (Smilax spp)

Chá de Sálvia (Salvia officinalis)

Chá de Sene

Chá de Sete Sangrias (Cuphea spp.)

Chá de Taiuiá (Cayaponia tayuya)

Chá de Tansagem (Plantago major)

Chá de Tomilho

Chá de Unha de Gato

Chá de Uxi Amarelo

Composto Energético (marapuama, catuaba, ginseng e guaraná) – pó

Dolomita (fonte de cálcio e magnésio) – pó

Gengibre

Ginseng – pó

Ginseng Panax – pó

Guaraná – pó

Guaraná – cápsulas

Ilex – pó

Marapuama – pó

Nó-de-Cachorro – pó

Semente de Mostarda

Sene – pó

Fonte: site Grão Natural.

Conheça Quinua, o grão que ganha espaço na mesa do brasileiro

Cereal contém todos os aminoácidos essenciais que nosso corpo não fabrica

Cereal contém todos os aminoácidos essenciais que nosso corpo não fabrica

A quinua desembarcou aqui há pouco tempo. Foi a partir de 2004 que ela começou a ser importada do deserto Uyuni, nos Andes bolivianos. O local fica a 3.800 metros acima do nível do mar e no inverno a temperatura pode atingir 30 graus negativos. A quinua plantada em outros lugares não tem as mesmas características nutricionais desta, cultivada em seu local de origem, onde o solo, o clima, os ventos, a salinidade do ar e a altitude são muito peculiares.

“A quinua, além de ser ótima fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico, vitaminas, minerais e gordura saudável, contém todos os aminoácidos essenciais que nosso corpo não fabrica e que são precursores das proteínas: histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e arginina”, afirma a nutricionista Mariana Reis, da unidade de São Paulo da Rede de Clínicas Anna Aslan.

“Essas proteínas, formadas pelos aminoácidos, são indispensáveis para o melhor rendimento e elasticidade das fibras musculares, recuperação de tecidos e células, manutenção dos órgãos, da pele e do sistema imunológico, bem como para a produção de hormônios e enzimas”, destaca a nutricionista. Geralmente, um legume, uma verdura, um cereal ou uma fruta pode apresentar determinado aminoácido essencial em quantidade significativa e ter carência dos demais. A quinua reúne todos.

Fonte: Clínicas Anna Aslan.

Hortelã pode combater doenças causadas por falta de saneamento


Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) descobriram que a hortelã pode ajudar no tratamento de doenças relacionadas à falta de saneamento. De acordo com o professor da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da UnB, Jean Kleber Matos, a hortelã tem um princípio ativo chamado óxido de piperitenona que mata amebas e giardias, os germes responsáveis por sintomas como dor de barriga, febre, vômito e diarréia, entre outros.

De acordo com o professor, existem em farmácias remédios com o princípio ativo da hortelã, mas as pessoas podem usar a folha fresca para se proteger das doenças cusadas por esses germes

A dose diária da planta, de modo geral, deve ser de 8 gramas. Uma medida bem prática para saber a dose adequada ao consumo é a quantidade de erva que se consegue esconder na mão fechada. Essa é a dose para um copo de 300 mililitros (ml) ou uma xícara de chá, mas não se pode passar de três xícaras por dia”, explicou.

Jean Kleber Matos disse que não se deve exagerar porque a hortelã também pode causar queda de pressão arterial. Quem tem pressão normal, não pode exagerar na dose, acrescentou.

Uma das maneiras de evitar a contaminação por esses germes é limpar bem os alimentos, principalmente folhas, não comer alimentos mal cozidos ou crus.

Texto de Roberta Lopes, repórter da Agência Brasil.

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