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Preço dos alimentos continua alto, diz FAO

Gastos com alimentação representam 20% das despesas de consumidores

Gastos com alimentação representam 20% das despesas de consumidores

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, lançou, na última quinta-feira (19), em sua sede em Roma, um banco de dados interativo com preços de alimentos em 55 países em desenvolvimento.

O guia lista preços de diferentes mercadorias nas moedas locais e em dólar americano além de diferentes pesos e medidas.

Despesas

A proposta do banco de dados, que vai do Afeganistão ao Zimbábue, é fornecer meios de comparação entre os mercados domésticos e externos.

A agência revela que gastos com alimentação representam 20% das despesas de consumidores em países industrializados.

No mundo em desenvolvimento, este número varia de 60% a 80%.

Decisões

Segundo a FAO, apesar do preço dos alimentos ter caído em nível global, nos países em desenvolvimento ele ainda continua alto.

De acordo com a agência da ONU, 963 milhões de pessoas ou 15% da população mundial estão passando fome ou sofrendo de malnutrição.

A economista-sênior da FAO, Liliana Balbi, disse que o guia ajudará à tomada de decisões no setor agrícola e de desenvolvimento além da área de trabalhos humanitários.

Fonte: Rádio ONU.

Frutas podem prevenir envelhecimento da pele e produzir alimentos funcionais

Além do sabor exótico, açaí possui muitas propriedades terapêuticas

Além do sabor exótico, açaí possui muitas propriedades terapêuticas

Mais conhecido por seu sabor exótico e alto valor nutricional, o açaí – fruta típica da região amazônica -, além de nutrir, poderá, a partir de agora, combater o envelhecimento da pele por meio de uma tecnologia inovadora originada no Pará, por pesquisadores e alunos do curso de engenharia de alimentos da Universidade Federal do Pará (UFPA).

A idéia foi concebida pela empresa Amazon Dreams, incubada na UFPA, que descobriu, por meio de pesquisas, que, se isolados, os agentes antioxidantes naturais de frutas como o açaí, o ingá e o muruci podem se tornar grandes aliados no tratamento do envelhecimento precoce da pele e na produção de alimentos funcionais (aqueles que também previnem e tratam doenças). A intenção agora é utilizar essa tecnologia para produzir bioagentes para as indústrias cosmética e de alimentos, em escala nacional e internacional.

Na última quarta-feira (18), a empresa teve o projeto aprovado, em última instância, pelo comitê de avaliação do Fundo Criatec de Capital Semente. A avaliação ocorreu na Incubadora de Base Tecnológica da UFPA, com a presença do representante do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Márcio Spata; do Banco do Nordeste (BNB), Everton Correia; e do representante do Fundo Criatec, Robert Binder, responsáveis pela aprovação dos investimentos à Amazon Dreams. Além deles, estiveram presentes pesquisadores, estudantes e o secretário de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect), Maurílio Monteiro.

A Amazon Dreams é uma das 50 empresas do país – a primeira da região Norte – a ser contemplada pelo Fundo Criatec de Capital Semente – uma iniciativa inovadora do BNDES e do BNB para investimentos de Capital de Risco no Brasil. O fundo conta com R$ 100 milhões para todo o país, com possibilidade de investir entre R$ 1,5 milhão e R$ 5 milhões num único projeto, na tentativa de levar a empresa ao Mercado de Capitais (Bolsa de Valores).

De acordo com o secretário Maurílio Monteiro, a importância do repasse de investimentos pelo BNDES a uma empresa inovadora de base tecnológica da região vai potencializar a inserção de produtos regionais no mercado nacional e mundial com alto valor agregado.

“É desta forma que o governo está construindo um novo modelo de desenvolvimento no Pará. E a empresa Amazon Dreams é um pequeno exemplo do que o governo está fazendo, que é agregar valor a produtos e processos produtivos como forma de garantir a competitividade. E os três Parques Tecnológicos que o governo constrói no Estado (em Belém, Marabá e Santarém) são um grande exemplo de que isto é possível”, explicou Monteiro.

Segundo o professor da UFPA, Hervé Rogez, que participa da coordenação do projeto, a empresa submeteu o processo para aprovação, passou por um criterioso processo de seleção e agora recebe a resposta positiva do BNDES de financiar o produto. “Para nós, é muito importante, porque a empresa é formada por ex-alunos da UFPA, que desenvolveram a tecnologia na incubadora, mas não têm capital na mão para entrar na indústria desta forma. Com o investimento do Criatec, vamos encurtar prazos para lançar o produto no mercado”, afirmou o professor.

O fundo Criatec, instituído no ano passado, tem cinco núcleos em todo o Brasil, um deles no Pará, escolhido pelos altos investimentos do Governo do Estado, por meio da Sedect, em ciência, tecnologia e inovação: a meta é investir R$ 440 milhões no quadriênio 2007-2010.

Fonte: Agência Pará de Notícias.

Feira Ecológica de Porto Alegre festeja o início do outono

Feira dos Agricultores Ecologistas (FAE)

Feira dos Agricultores Ecologistas (FAE)

Para receber a nova estação, que inicia nesta sexta-feira às 8h44min, a Feira dos Agricultores Ecologistas (FAE) realiza a II Festa do Equinócio no primeiro sábado de outono, dia 21 de março de 2009, em Porto Alegre.
 
A coordenação da FAE está convidando a população a passar pela feira vestida com as cores das folhas que caem para dar as boas-vindas ao outono, com dias mais curtos e manhãs mais frias. Mais do que encantar os olhos com o seu colorido original, as folhas outonais têm o importante papel de retornar à terra repondo os nutrientes do solo.
 
Programação da Festa
 
Religar os moradores da cidade aos ciclos da natureza é um dos objetivos da comemoração que inicia às 7h30min, com a montagem da Banca do Outono. Além de apreciarem os produtos da estação, os frequentadores da feira podem fazer e levar para casa um pequeno suvenir de folhas e barbantes coloridos.
 
Outro símbolo outonal presente na FAE no dia 21 de março são os travesseiros com chás medicinais. “Uma das ervas mais típicas do outono é marcela, de cor amarelada, que cobre os campos e costuma ser colhida na Sexta-feira Santa”,  comenta Paulo Roberto Marques de Fernandes, da cidade de Riozinho que particpa eventualmente trazendo a Banca das Almofadas Perfumadas.
 
A goiaba, sendo uma fruta típica da época, ganha uma banca especial para expor a colheita da Associação dos Produtores Ecologistas da Região de Torres. A partir das 9h30min, a nutricionista Herta Karp Wiener degusta a fruta e explica seu valor nutritivo.
 
Uma atração inédita na feira é a Banca do Núcleo Amigos da Terra que realiza duas oficinas: de Compostagem e a Jardinagem Dentro-de-casa. Os interessados podem participar das práticas entre das 9h até ao meio-dia.
 
Texto da jornalista Cláudia Dreier.

Audiência pública rejeita arroz transgênico da Bayer

Arroz transgênico da Bayer

Arroz transgênico da Bayer

Ambientalistas, produtores e cientistas deixam claro em reunião que variedade geneticamente modificada não trará benefícios.

“É, e a gente achou que isso aqui seria uma barbada…” O comentário de um participante pró-transgênico durante a audiência pública da CTNBio, realizada nesta quarta-feira (18/3) em Brasília para discutir o arroz geneticamente modificado da Bayer, mostra bem como os argumentos da empresa foram desconstruídos com propriedade por ambientalistas, grandes produtores e alguns cientistas, todos preocupados com o alto impacto negativo que a introdução do arroz LL62 poderá causar no meio ambiente e no mercado brasileiro do produto.

A empresa não apresentou à Comissão estudos sobre resíduos de agrotóxico nos grãos e negligenciou o alto potencial de contaminação do seu arroz transgênico na produção brasileira. Não à toa, durante a audiência, recebeu críticas até de prováveis aliados, como a Embrapa, Federação de Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), que deixaram claro que não querem que o arroz transgênico da Bayer seja aprovado no Brasil.

Os consumidores brasileiros também não querem. Em pouco mais de uma semana, reunimos mais de 15 mil assinaturas de pessoas contrárias à liberação do arroz transgênico da Bayer no país. Participe também, assine aqui a nossa petição.

A audiência pública contou com 12 palestrantes, que tiveram 15 minutos cada para fazer sua defesa ou crítica.

Nós ‘twitamos’ diretamente da reunião em Brasília. Para saber detalhes do que aconteceu por lá, confira o nosso canal no Twitter (não é preciso ser cadastrado).

O arroz transgênico da Bayer está na pauta de votação da CTNBio desta quinta-feira (19/3). A reunião da Comissão começa às 9 horas no auditório do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), em Brasília.

Rafael Cruz, coordenador da campanha de transgênicos do Greenpeace, afirmou durante sua exposição que o risco de contaminação do arroz brasileiro por variedades transgênicas é um grande problema para a agricultura, especialmente neste momento que o país busca espaço no mercado externo.

“O escândalo da contaminação de campos de arroz nos Estados Unidos, vazada de campos experimentais de arroz transgênico da Bayer, gerou um grande trauma no mercado internacional. Ninguém quer o arroz da Bayer no seu campo, nem no seu prato”, disse Rafael Cruz.

João Volkmann, produtor de arroz biodinâmico no Rio Grande do Sul, também mostrou receio em relação à possibilidade de ver sua lavoura contaminada por transgênicos. Ele, que tem sua produção certificada nos Estados Unidos e no Japão, tem certeza de que, uma vez liberado no campo, o arroz transgênico da Bayer causará prejuízos aos agricultores gaúchos, afetando consequentemente a produção nacional de arroz – o Rio Grande do Sul é responsável hoje por 63% de todo o arroz produzido no país segundo dados apresentados na audiência.

Rejeição

O posicionamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na audiência pública, um dos mais esperados do dia, foi enfático. Flávio Braseghello, da Embrapa Arroz e Feijão, lembrou que é grande a probabilidade de cruzamento entre arroz transgênico e arroz vermelho, considerado erva indesejada pelos rizicultores sulistas.

Segundo ele, “uma vez liberado no meio ambiente, não há controle, não há possibilidade de se fazer recall”. Em seguida, sentenciou que a Embrapa se posiciona contra a liberação deste transgênico.

A pesquisadora e médica Nise Yamaguishi, questionou a falta de cuidado da Bayer ao não apresentar estudos de toxicologia da planta. Segundo ela, a própria Monsanto já lhe declarou que a CTNBio nunca pediu estudos de efeitos de transgênicos à saúde humana, e ressaltou que a empresa que propõe transgênicos tem que provar que são seguros.

Fonte: Greenpeace Brasil.

ONG realiza manifestação contra o uso de sacolas plásticas

Sacolas plásticas contaminam o ambiente

Sacolas plásticas contaminam o ambiente

A ONG Defensoria Social pretende reunir no próximo dia 22, a partir das 13h, mais de cem manifestantes em frente a duas grandes redes de supermercados de São Paulo para protestar contra o uso de sacolas plástica.
 
O ato público, que será realizado simultâneamente em outras quatro cidades no país, marca o lançamento da campanha No Plastic Pollution Day. A mobilização pretende despertar na sociedade uma reflexão em torno do efeito nocivo dos plásticos descartados de forma incorreta no meio ambiente. Os organizadores do ato pretendem, ainda, mostrar que existem soluções como sacolas de pano, retornáveis, biodegradáveis, oxi-biodegradáveis e compostáveis.

A manifestação inspira-se em inciativas como o Dia da Limpeza das Praias e pretende fazer com que a sociedade pare um dia para pensar no efeito nocivo da poluilção do planeta por plásticos não recicláveis como as sacolas de supermercados.
 
O secretário geral da ONG Defensoria Social, Leonardo Aguiar Morelli, explica que o Brasil possui tecnologia que permite a oxibiodegradação de plásticos não recicláveis. “Em alguns estados, como Espirito Santo e Goias”, enfatiza Morelli, “seu uso se tornou obrigatório por lei. Já em São Paulo, o projeto de lei foi vetado pelo Governador Serra, em benefício das grandes corporações que controlam a produção das petroquimicas que se beneficiam dessa poluição, em especial, a Indústria BRASKEM.

Serviço:
Ato público contra sacolas de plástico convencionais
Dia 22 de março (domingo) a partir das 13h
Avenida Marquês de São Vicente – Barra Funda – SP

Veja o vídeo chega de contaminação por plástico no site da ONG Defensoria Social.

Por Juarez Tosi, especial para Vida Sustentável.

Cuba produz primeiras mil toneladas de açúcar orgânico


Cuba produziu neste ano as primeiras mil toneladas de açúcar orgânico para comercialização, especificamente, em países da Europa, América do Norte e Japão, afirmou uma fonte do setor na província central de Villa Clara, citada pela PL.

O produto elaborado nesta primeira semana é de excelência, qualidade que garante sua colocação no mercado internacional, precisou o chefe da sala de análise do Ministério do Açúcar nesse território, Félix Hernández. 

Compradores dessas regiões pagam a tonelada de açúcar orgânica a um preço superior aos 600 dólares, destacou hoje o jornal Trabajadores, em que Hernández descreve seu complexo processo de fabricação na empresa Carlos Baliño, do município de Santo Domingo.
 
Fonte: Agência Cubana de Notícias.

Uso de anabolizantes pode causar alterações cerebrais


Anabolizantes frequentemente diminuem a produção de receptores de serotonina em regiões do cérebro relacionadas ao controle da agressividade. A serotonina, uma substância responsável por controlar emoções fortes, não pode passar  suas informações de um neurônio para outro sem o receptor. Por isso, usuários de “bombas” têm grande chance de se tornarem mais impulsivos, agressivos e ansiosos.

Essa é a conclusão de uma pesquisa feita com camundongos no Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) pelo biólogo Guilherme Ambar. A dissertação de mestrado é o primeiro estudo a mostrar que o uso de anabolizantes altera a maneira que a informação genética é trascrita em diversas áreas do cérebro. Ambar foi orientado pela professora Silvana Chiavegatto, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP. O estudo teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

“O anabolizante nandrolona (conhecida no Brasil por Deca-durabolin) em dose muito altas interferiu no sistema da serotonina”, resume Silvana. “Por isso, a agressividade pode ter um componente molecular”.

Para a serotonina atuar no cérebro, ela precisa de proteínas receptoras. Como primeiro passa para fabricá-la, os neurônios produzem o ácido RNA mensageiro. Ambar percebeu que a quantidade de RNAs mensageiros produtoras desses receptores de serotonina era entre 37% a 66% menor em camundongos que receberam anabolizantes.

Para realizar a pesquisa, Âmbar criou dois grupos de camundongos em condições idênticas. A partir do terceiro mês de vida, quando os camundongos já são adultos jovens, um dos grupos recebeu o anabolizante nandrolona por 28 dias. As doses foram semelhantes às usadas em academias  — 10 a 100 vezes maiores do que as utilizadas pelos médicos em tratamentos. Depois desse período, Ambar analisou os neurônios de três regiões do cérebro: hipocampo, hipotálamo, córtex pré-frontal e amígdala.

Menos receptor, mais agressividade
A partir do 16° dia recebendo injeções diárias de nandrolona, os animais foram submetidos a uma série de testes de comportamento. Camundongos que receberam o anabolizante tiveram mais sinais de ansiedade em situações desconhecidas, foram mais impulsivos e mostraram maior agressividade.

Para medir a agressividade, os pesquisadores colocaram mais um camundongo na gaiola das cobaias e observaram as reações. Cerca de 75% dos camundongos que receberam anabolizantes atacaram o intruso nos primeiros 15 minutos, enquanto somente 30% do outro grupo atacaram. Os animais que tomaram nandrolona também agrediram de forma mais impulsiva: eles demoraram, em média, 400 segundos para atacar o intruso; a média do outro grupo foi de cerca de 700 segundos.

Nos testes, os camundongos que tomaram anabolizantes também se mostraram mais ansiosos. Cada animal foi colocado num labirinto em forma de cruz, com áreas cobertas e descobertas. Camundongos que receberam nandrolona fugiam mais rápido do que os outros animais para as áreas protegidas.

“Os animais se comportaram como as pessoas que abusam de anabolizantes”, explica a professora Silvana Chiavegatto, orientadora de pesquisa. “Camundongos têm no cérebro um sistema para controlar emoções parecido com o nosso. Por isso, há fortes indícios de que os anabolizantes podem mudar a expressão de genes também no cérebro humano”.

Segundo informações do Centro Brasileiro de Drogas Psicotrópicas (CEBRID), o Deca-durabolin é um dos anabolizantes mais utilizados no País. Um levantamento do Centro realizado em 108 cidades em 2005 mostra que 0,9% da população já utilizou anabolizantes alguma vez. Os maiores consumidores são homens entre 17 e 34 anos e o uso é maior na região Sudeste. O uso de anabolizantes aumentou 201 % (triplicou) entre 2001 e 2005.

Fonte: Agência USP de Notícias.

Excesso de sedentarismo preocupa autoridades de São Paulo

Estudo envolveu a cidade de São Paulo e outras 13 regiões do Estado.

Estudo envolveu a cidade de São Paulo e outras 13 regiões do Estado.

Um em cada cinco cidadão paulista é sedentário ou não realiza qualqure tipo de atividade física. A conclusão é de um estudo realizado pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. O levantamento ocorreu em 2008, quando foram ouvidas cerca de 2,6 mil pessoas de ambos os sexos, acima de 14 anos, de diferentes faixas etárias, escolaridade, classes sociais e profissões na cidade de São Paulo e outras 13 regiões do Estado. O trabalho foi realizado em parceria com o Celafiscs, de São Caetano do Sul, entidade não governamental que executa o programa Agita São Paulo, da Secretaria.

Do total de entrevistados, 19,4% não atendem às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para o acúmulo de 30 minutos de atividades físicas, que exijam movimento corporal, pelo menos cinco dias por semana.

Os totalmente sedentários, que praticam zero de atividade física, representaram 3,4% dos participantes da pesquisa. Outros 7,4% informaram que realizam atividades em tempo e quantidade de dias insuficientes. E 8,6% erram ou no tempo ou no número de dias em que praticam exercícios.

“Essas pessoas são sérias candidatas a terem problemas de saúde. O sedentarismo é uma doença que leva a outras doenças, como obesidade, infarto e outros problemas cardiovasculares”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.

O levantamento também apontou aumento do número de paulistas ativos ou muito ativos fisicamente. Dos entrevistados, 64,7% foram considerados ativos (acumulam pelo menos 30 minutos diários de exercícios), e 15,9%, muito ativos, ou seja, fazem até mais do que o recomendado. Em 2006 a porcentagem dos considerados ativos ou muito ativos foi de 62,1% e 13,4%, respectivamente.

Para a realização do estudo foi aplicado questionário internacional da atividade física (Ipaq – International Phisical Activity Questionnaire). A cidade de Curitiba foi utilizada como área de controle, para efeito comparativo. Lá o índice de ativos, num universo de 400 entrevistados, caiu de 70,5% para 52,8% entre 2006 e 2008, e o de muito ativos subiu de 11,8% para 16,8%. O percentual de curitibanos totalmente sedentários cresceu de 3,9% para 9,8% no mesmo período.

A pesquisa apontou, ainda, que as mulheres continuam sendo mais ativas fisicamente que os homens. Entre os entrevistados do sexo masculino houve 58,3% de ativos e 19,9% de muito ativos. Já entre as mulheres foram 71% de ativas e 11,9% de muito ativas.

Texto: Vida Sustentável com informações da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

Brasil sedia encontro de produtores mundiais de pimenta-do-reino

Pará é o maior produtor de pimenta-do-reino do país

Pará é o maior produtor de pimenta-do-reino do país

O Brasil sedia em dezembro próximo, em Belém do Pará, a 37ª Sessão da Comunidade Internacional da Pimenta-do-Reino (IPC). Participam do evento representantes dos seis principais produtores mundiais, Índia, Indonésia, Malásia, Sri Lanka e Vietnã, além da delegação brasileira. A reunião tem por objetivo promover, coordenar e harmonizar atividades relacionadas à economia do produto.

O estado do Pará foi escolhido por ser o maior produtor de pimenta-do-reino do país, com mais de 80% de toda a produção. O Brasil está sediando o evento pela segunda vez. Em 2001 a capital paraense também havia recebido os maiores produtores do mundo.

O Brasil chegou a liderar a produção mundial de pimenta-do-reino no início da década de 1980. Vários fatores, como os preços baixos e o alto custo dos insumos desistimularam muitos brasileiros de plantarem a pimenta. Hoje a liderança está com o Vietnã, país que sediou a última sessão, no ano passado. Logo atrás vem Indonésia e Índia. O Brasil é o quarto maior produtor, com 13% do total, mas é o segundo colocado entre os exportadores.

Com origem na Índia, a pimenta-do-reino foi introduzida no Brasil em 1933, por imigrantes japoneses que se fixaram no município de Tomé-Açu (Pará). A produção estadual chega a 40 mil toneladas, cerca de 90% do total brasialeiro. Os maiores consumidores da pimenta brasileira são os Estados Unidos e a Europa. É a mais importante especiaria comercializada no mundo, usada como condimento e nas indústrias de carnes e conservas. Agricultores familiares são os principais produtores.

Texto: Redação Vida Sustentável.

Projeto proíbe transgênicos na alimentação escolar em Porto Alegre

 Mais de 56 mil estudantes da capital gaúcha devem ser beneficiados

O vereador Beto Moesch (PP) protocolou na terça-feira, dia 10 de março, na Câmara Municipal de Porto Alegre, projeto de lei que proíbe a utilização de alimentos geneticamente modificados nas refeições servidas nas 95 escolas municipais de Porto Alegre. Mais de 56 mil estudantes devem ser beneficiados. A iniciativa conta com o apoio da organização não-governamental (ONG) ambientalista Greenpeace.

“Ainda não há comprovação de que os transgênicos não apresentam riscos futuros à saúde da população, dos animais e do meio ambiente”, afirma o parlamentar. Para ele, os alunos da rede pública devem ser protegidos em respeito ao princípio da precaução.

A proposta também prevê o estímulo ao uso de produtos isentos de agrotóxicos no cardápio das unidades de ensino. Segundo Moesch, o consumo de alimentos orgânicos, além de saudável, é educativo, pois coloca a comunidade escolar em contato com um sistema de produção que busca manejar de forma sustentável os recursos naturais.
 
Fonte: EcoAgência Solidária de Notícias Ambientais.

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