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CAPA realiza seminário Comida Boa na Mesa: Teologia Boa para Comer

O Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia (CAPA) realiza no próximo dia 03 de agosto, a partir das 9 horas, o Seminário Comida Boa na Mesa: Teologia Boa para Comer. O evento visa a reflexão sobre produção de alimentos, sua origem, sistema de produção e modo de consumo, hábitos alimentares, entre outras questões ligadas ao tema, o qual acompanha a trajetória da humanidade e que está diariamente no centro da mesa das famílias.

Entre os palestrantes do turno da manhã, estão o teólogo Willian Kaiser de Oliveira, que fará a apresentação do seu trabalho “Teologia Boa para Comer: Comensalidade, Hábitos Alimentares e Sustentabilidade”; e a Pesquisadora Jaqueline Sgarbi, que vai abordar o tema Alimentos Tradicionais e regionais.

À tarde, o evento contará com mesas temáticas para apresentação de experiências práticas, como: alimento orgânico no Restaurante Universitário, com a nutricionista-chefe da Universidade  Federal de Pelotas (UFPel), Moema Zambiazi; equipe do Capa-Pelotas produção e certificação de produtos orgânicos; Cooperativas; Agricultoras Feirantes; Comida das Comunidades Quilombolas, entre outras atrações.

O Seminário será realizado no auditório do Centro de Capacitação da Agricultura Familiar – Embrapa Cascata (CECAF), em Pelotas/RS.

Fonte: Redação Vida Sustentável/CAPA.

Ex-cientista dos OGMs revela: animais que comem transgênicos morrem

Thierry Vrain, que passou muitos anos como um cientista e defensor dos transgênicos da Agricultura do Canadá, veio recentemente a público com sua conclusão de que os transgênicos (Organismos Geneticamente Modificados – OGM) são perigosos para os seres humanos, animais e meio ambiente.

“Eu refuto as reivindicações das empresas de biotecnologia que suas colheitas modificadas produzem mais, que eles exigem menos aplicações de agrotóxicos, que eles não têm impacto sobre o meio ambiente e é claro, que eles são seguros para comer“, escreveu ele.

Enquanto estava no Agriculture Canada, Vrain foi o cientista designado para tratar em grupos públicos com a mensagem de que os transgênicos eram seguros.

“Eu não sei se eu estava apaixonado por isto, mas eu estava bem informado”, escreveu ele. “Eu defendia o lado do avanço tecnológico, da ciência e do progresso. Mas nos últimos 10 anos eu mudei a minha posição.”

Animais que comem transgênicos morrem
Vrain diz que a sua mudança de opinião surgiu depois que ele tomou conhecimento de numerosos estudos de laboratórios de prestígio, publicados em revistas científicas de prestígio, mostrando os riscos para a saúde dos transgênicos (Organismos Geneticamente Modificados – OGM).

“Há… um crescente corpo de pesquisa científica – feito principalmente na Europa, Rússia e outros países – mostrando que as dietas contendo milho ou soja projetada causar sérios problemas de saúde em ratos de laboratório e ratos”, escreveu ele.

Vrain observa que a evidência é tão abrangente que, em 2009, a Academia Americana de Medicina Ambiental pediu uma moratória sobre os alimentos transgênicos e expansão nos testes de segurança. Os estudos revisados ​​pela Academia descobriram que uma dieta com transgênicos levou a diversos problemas, incluindo envelhecimento acelerado, disfunção imune, infertilidade, disfunção em genes que regulam a sinalização celular, a síntese de colesterol, a regulação da insulina e formação de proteínas, e alterações aos rins, fígado, baço e do sistema gastrointestinal.

Vrain observa que, apesar de muitos transgênicos produzirem inseticidas em seus tecidos e ainda são até mesmo registrados como inseticidas, as proteínas tóxicas que estes produzem nunca foram testadas para a segurança.

“Não há estudos de alimentação a longo prazo realizados nesses países para demonstrar as alegações de que bioengenharia de milho e de soja são seguros“, escreveu ele. “Tudo o que temos são estudos científicos provenientes da Europa e da Rússia, que mostram que ratos alimentados com engenharia de alimentos morrem prematuramente.”

Com base na ciência obsoleta
Vrain condena toda a premissa da engenharia genética como má ciência, com base na idéia agora desacreditada que cada gene codifica uma única proteína.

“Todo o paradigma da tecnologia da engenharia genética é baseada em um mal-entendido”, escreveu ele. “Todo cientista agora aprende que qualquer gene pode gerar mais do que uma proteína e que a inserção de um gene em qualquer parte de uma planta, eventualmente, cria proteínas errantes. Algumas destas proteínas são, obviamente, alergénicas ou tóxicas.”

Vrain também chama a atenção para os riscos ambientais dos transgênicos, citando o relatório de 120 páginas “Transgênicos: Mitos e Verdades“ (“GMO Myths and Truths”). Esta análise de mais de 500 estudos e relatórios governamentais refuta alegações da indústria de que os transgênicos são mais nutritivos, utilizam menos pesticidas e não prejudicam o meio ambiente. Estudos repetidamente descobriram que os transgênicos podem passar seus genes modificados para não apenas outras plantas, mas também para as bactérias do solo. Estas bactérias, em seguida, espalham os genes para o meio ambiente. Outro estudo descobriu genes transferidos para as bactérias do intestino de seres humanos que comeram transgênicos.
“Isto é poluição genética ao extremo“, escreveu Vrain.

Vrain também aborda o argumento mais comum de proponentes transgênicos: a de que ninguém jamais ficou doente depois de comer uma refeição contendo transgênicos.

“Ninguém fica doente de fumar um maço de cigarro também“, escreveu ele. “Mas com certeza acrescenta-se, e nós não sabíamos que na década de 1950 antes do início nossa onda de epidemias de câncer. Só que desta vez não se trata de um pouco de fumaça, é todo o sistema alimentar que é motivo de preocupação.”

Fontes:
– Natural News: Former GMO scientist exposes the outright lies and propaganda of the biotech industry
– GMO Myths and Truths (PDF)
– Interview with Dr Thierry Vrain, GMO whistleblower

Fonte: Notícias Naturais.

Lançado o II Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica

Em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU), no último mês de maio, o Governo Federal, por intermédio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), ainda no governo Dilma, instituiu o II Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (II Planapo), com vigência 2016/2019. Essa é mais uma vitória do movimento agroecológico, que vê no Plano, um dos instrumentos importante para o desenvolvimento da agricultura familiar e camponesa de base agroecológica no Brasil.

Importante também, no momento político como o atual, o II Planapo ter sido lançado durante a Conferência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Cnater), em junho do corrente ano, em Brasília. Isso porque o I Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, até maio deste, ano ainda não havia sido lançado devido a problemas com Kátia Abreu e setores do governo contrários ao mesmo. É bom lembrar que a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO) foi instituída em 2012, pelo governo federal, por intermédio do decreto de Nº 7.794. É no Planapo, entretanto, que estão desenhadas as estratégias, os objetivos e diretrizes para execução dessa Política nos diversos territórios do país.

A Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), que congrega diversas redes e organizações, faz parte da Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (CNAPO), que é composta por representantes do governo e de organizações e redes da sociedade civil. A Articulação tem contribuído bastante no debate e nas propostas para que o Planapo contemple as demandas das famílias agricultoras e suas organizações.

De Acordo com Denis Monteiro, da Executiva da ANA, o II Planapo avançou em relação ao primeiro, pois incorporou reivindicações feitas desde o I Plano, mas que só no atual foram contempladas agora como a entrada das comunidades tradicionais como grupos a serem beneficiados pelo novo plano. “Há vários avanços em relação ao primeiro. Vale destacar a criação do eixo Terra e Território, com a regularização da assistência técnica a assentamentos voltada para a agroecologia, a comercialização da produção dos assentamentos. Então, é bastante importante a criação desse eixo”, destaca Denis.

Um outro eixo que também foi criado nesse novo Plano foi o da sociobiodiversidade. Ele organiza uma série de ações e da apoio, principalmente a estruturação do extrativismo. “Ele apoia, especialmente a produção de produtos nativos como a da castanha, do Açaí, do Barú. Esse eixo entra, em função da participação dos ministérios do Meio Ambiente, Desenvolvimento Agrário e das representações das comunidades tradicionais, do movimento extrativista, do movimento das quebradeiras de coco e da Rede Juçara”, explica Denis.

É importante destacar que no II Planapo toda Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) foi considerada ATER Agroecológica pelo MDA. Agora a Ater passa a ser orientada pelo enfoque agroecológico. Outra proposta interessante é a de nacionalizar o fomento para estruturação de sistemas agroecológicos, em especial os voltados para mulheres. “Tem um conjunto de avanços importantes, que a gente espera que com a retomada do governo Dilma, o Plano possa ser efetivado como a gente espera e como a sociedade merece”, espera Denis.

Papel do Movimento Agroecológico
Apesar dos avanços apontados nesse II Planapo, a preocupação é de que tudo isso não venha a ficar apenas no papel, especialmente neste momento político. “Corre o risco de se perder se a sociedade civil não se organizar. Já conseguimos várias coisas interessantes”, ressalta Generosa de Oliveira, que faz parte da Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (CNAPO).

Para Generosa, o movimento agroecológico tem um papel importante para fazer valer o II Planapo. “A agroecologia tá em moda, a sociedade tem despertado para o alimento saudável. Mas é preciso fazer o trabalho de base, o trabalho político para que as pessoas que estão lá na ponta, na comunidade, saibam porque é importante para o Brasil e para o mundo a agroecologia”, reflete.

Generosa defende um movimento amplo, envolvendo os diversos setores, para se divulgar a importância da agreocologia. “Tem que haver uma ação de base para fazer com que a agreocologia seja de fato uma proposta disseminada na sociedade como um todo. E nós podemos fazer a pressão junto ao governo. Temos que sair do campo de discussão, de seminários e fazer algo mais concreto. Temos que ir às ruas, porque há o perigo de tudo o que a gente trabalhou não ser executado”, finaliza Generosa.

Veja aqui o II Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica
http://www.agroecologia.org.br/files/2016/06/Planapo-2016-2019.pdf

Fonte: Articulação Nacional de Agroecologia.

Faz bem comer fruta com outro alimento? Dicas são do Meu Prato Saudável

Certas combinações podem causar sensações desagradáveis durante a digestão, como mau-estar, inchaço ou gases

Quando certos alimentos são consumidos juntos, um pode neutralizar o efeito do outro durante a digestão. Essas combinações podem causar sensações desagradáveis durante a digestão, como mau-estar, inchaço ou gases. É o que alerta o programa Meu Prato Saudável, parceria do Instituto do Coração (InCor) e do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP com a LatinMed Editora em Saúde.

De acordo com o programa, a energia do organismo passa, então, a ser utilizada para digerir os alimentos, em vez de utilizada em outras funções.

No caso das frutas, o melhor é comê-las sem outros alimentos. Espere meia hora para comer fruta de sobremesa após as refeições principais. Você vai aproveitar melhor as vitaminas e minerais.

Sinergia alimentar
Brócolis e tomates quando comidos separadamente são saudáveis. Quando ingeridos juntos a capacidade de combater o câncer pode aumentar exponencialmente. É como somar um mais um e obter quatro como resultado. Ou seja, segundo o Meu Prato Saudável, quando determinados alimentos são ingeridos juntos, seus compostos são absorvidos ao mesmo tempo e circulam simultaneamente no nível celular.

Quer mais dicas sobre alimentação saudável?
Acesse a página do https://www.facebook.com/meupratosaudavel
ou acesse o site http://meupratosaudavel.com.br/.

Do Portal SP Notícias.

Troca-troca de sementes atrai grande público em Candelária

Cerca de 350 pessoas, entre integrantes de 29 Grupos de Produtores Rurais de Candelária, alunos e comunidade em geral, inclusive de municípios vizinhos, participaram na quarta-feira (15/06) do Encontro Municipal Troca-troca de Sementes Crioulas de Candelária. Em sua 16ª edição, o evento, realizado no Salão Paroquial da Igreja Católica, foi promovido pela Emater/RS-Ascar, Secretaria Municipal da Agricultura e Meio Ambiente, Igreja Católica e Pastoral da Terra, com o apoio da Sicredi, Celetro e Embrapa.
A programação iniciou no período da manhã, com a abertura oficial do evento e a realização de duas palestras. A primeira, ministrada pela Irmã Lurdes Dihil, abordou “Documento do Papa Francisco – práticas ecológicas e o resgate das sementes crioulas”; em seguida, a professora da Universidade Federal de Santa Maria, Lia Rejane Silveira Reiniger, falou sobre a “Importância das sementes de cultivares crioulas”. Após, houve um momento para perguntas e debate sobre as temáticas.

De acordo com a bióloga da Emater/RS-Ascar, Carini Paschoal de Souza, para o evento foi organizado um almoço coletivo. “Neste dia, toda a alimentação é comunitária. Os grupos de produtores levam alimentos que são oferecidos no café da manhã e no almoço, preparado no local por voluntárias”, destaca a extensionista.No período da tarde, o evento teve continuidade com o troca-troca de sementes crioulas, plantas e flores.

“Há 16 anos essa ação acontece e, neste dia, todo o esforço de manutenção das sementes crioulas pelos Guardiões de Sementes é valorizado, e isso os mantém motivados a permanecer na atividade que é fundamental, pois são estas sementes vivas e limpas que mantém a história e a cultura de uma região, auxiliando no processo de garantia da segurança e soberania alimentar, que é um grande foco de trabalho da Emater”, frisa Carini.Por  Carina Venzo Cavalheiro, Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar.

Produtos orgânicos são alternativa para quem deseja alimentos saudáveis

Um dos objetivos da Semana do Meio Ambiente, que se estende de 3 a 10 de junho, é conscientizar a população da necessidade do consumo de produtos saudáveis.

Uma das alternativas para uma alimentação mais saudável, que permita uma melhor qualidade de vida, é o uso de alimentos orgânicos. Esse modelo de agricultura, sem o uso do fogo no preparo da terra e nem de agrotóxicos durante o processo de produção, movimenta em todo o Brasil R$ 2,5 bilhões por ano.

Quem mora em Rio Branco já tem diversas opções para adquirir esse tipo de produto. Uma delas é na Feira de Produtos Orgânicos, organizada pelo Grupo de Agricultores Ecológicos do Humaitá.

Além das frutas e verduras, produtores oferecem doces e bolos produzidos a partir de matéria prima da agricultura orgânica (Foto: Leônidas Badaró)
Além das frutas e verduras, produtores oferecem doces e bolos produzidos a partir de matéria prima da agricultura orgânica (Foto: Leônidas Badaró)
Os produtores, que moram às margens da AC-10, estrada que liga Rio Branco ao município de Porto Acre, decidiram há mais de uma década enveredar pelo caminho da produção sustentável. Sem usar fogo ou agrotóxico, os 20 agricultores que fazem parte do grupo, comercializam um pouco de tudo. Frutas, verduras, hortaliças, bolos, doces ficam à disposição dos clientes.

Micileia de Jesus, presidente do Grupo de Agricultores Ecológicos do Humaitá, fala que os produtores têm orgulho de oferecer alimentos mais saudáveis à população. “Ficamos felizes porque sabemos que estamos contribuindo para que as pessoas tenham mais saúde. Já estamos há 16 anos trabalhando sem fogo e sem agrotóxico e não pretendemos mudar nossa forma de produzir”.

Feira é realizada uma vez por semana em Rio Branco

Micileia de Jesus é presidente do Grupo de Agricultores Ecológicos do Humaitá mostra, orgulhosa, parte de sua produção (Foto: Leônidas Badaró)
Micileia de Jesus é presidente do Grupo de Agricultores Ecológicos do Humaitá mostra, orgulhosa, parte de sua produção (Foto: Leônidas Badaró)
Toda sexta-feira, a partir das 6 da manhã, a feira é realizada no calçadão do mercado Aziz Abucater, em frente ao Terminal Urbano.

Aos poucos, os clientes vão chegando e conferindo as opções oferecidas pelos produtores.

São pessoas como o servidor público Antônio Lima que, mesmo sendo frequentador assíduo da feira, nem sabia o que era um produto orgânico. “Costumo comprar aqui toda semana porque gosto da qualidade dos produtos. Agora sabendo que estou que faz bem pra saúde é melhor ainda”, explica.

Já tem outros que são conscientes da importância de uma alimentação saudável e por isso mesmo não abrem mão dos produtos orgânicos. “Procuro comprar sempre produtos que possam melhorar a minha saúde. Já tem vários anos que evito colocar na minha mesa produtos que eu não conheça a procedência”, destaca a aposentada Sueli Guimarães.

Fonte: Agência de Notícias do Acre.

Biomassa de Banana Verde melhora a imunidade e diminui o risco de câncer

Final de semana
e você quer cuidar
melhor da sua saúde.

Pois é, ter uma boa alimentação é fundamental para isso.

Então, olha só essa dica fantástica que nós, do blog Vida Sustentável, preparamos.

Biomassa de Banana Verde
Sim, é uma massa homogênea, feita a partir da banana verde cozida.
A banana verde você encontra nas feiras de alimentos.
Mas prefira sempre as feiras com produtos orgânicos.
Eles são mais saudáveis e preservam melhor os nutrientes, além de cuidar do meio ambiente e da nossa saúde. Vários estudos mostram isso.

Pois bem, a Biomassa de Banana Verde é muito legal, já que ela possui quantidades significativas de um amido resistente, uma espécie de fibra que o aparelho digestivo não consegue digerir. Como esse tipo de fibra não é digerida, ela serve de alimento para as bactérias benéficas do intestino contribuindo para o desenvolvimento da microbiota intestinal.
Dessa forma, a imunidade melhora, reduzindo-se o risco de câncer no intestino.

Entre as muitas outras vantagens que possui, é rica em vitaminas A e do complexo B, além de possuir fósforo, magnésio e potássio. Isso facilita a perda de peso rápida e saudável.

Quer outro benefício demolidor?
A fibra da biomassa de banana verde também previne o diabetes tipo 2 e melhora o trânsito intestinal.


Você pode encontrar
nas lojas de produtos naturais
ou fazer em casa.

Quer aprender a fazer?
É bem fácil.

Use 4 bananas verdes, de preferência orgânicas.
Separe as bananas
Ainda com casca, lave-as bem.
Em uma panela de pressão, deixe ferver por 8 a 10 minutos.
Após desligar o fogo, deixe na panela fechada, mais 15 a 20 minutos.
Retire as bananas da panela, deixe esfriar um pouco e bata no liquidificador ou processador.
Você pode deixar a casca ou tirar. A casca possui muitos nutrientes saudáveis,
Pronto, agora é só guarda na geladeira.

Uma dica legal para mantê-la em condições de uso por mais tempo: faça pequena bolinhas e congele.

Fica ótima para usar em pães, bolos, mousses, vitaminas, etc.

Orgânicos fecham primeiro trimestre com exportação de quase três milhões de dólares

O desempenho dos negócios do grupo de empresas associadas ao Projeto Organics Brasil no primeiro trimestre de 2016 nas feiras – Biofach Nuremberg (Alemanha) e Expo West (Estados Unidos) – foi bastante positivo. Foram fechados negócios na ordem de US$ 2.945.000,00, a maioria exportação para a Comunidade Europeia, como: Alemanha, Holanda, Bélgica e Itália; além dos Estados Unidos e Canadá.

A expectativa de negócios futuros, para os próximos 12 meses, também foi significativo com interesses alinhados com mais de 35 países. Só na Biofach Nuremberg, os negócios chegaram em US$ 22,4 milhões com os países europeus e abertura de novos mercados: Emirados Árabes, Coreia do Sul, Egito, Austrália e Nova Zelândia. No mercado norte americano a expectativa é de que se chegue a US$ 3 milhões, com empresas nacionais fazendo lançamentos de produtos com a marca Brasil.

Em geral, o estande do Brasil nas duas feiras esteve sempre movimentado: “Na Biofach, recebemos a visita de representantes de mais de 30 países, com o total de 700 contatos realizados pelas empresas expositoras, principalmente dos países: Alemanha, Itália, Reino Unido, Holanda, França, Espanha, Estados Unidos, Coreia do Sul e Canadá. Já na Califórnia, o foco de negócios das empresas nacionais foi entrar com marcas próprias no maior mercado de orgânicos do mundo, estimado em mais de US$ 40 bilhões”, comenta Ming Liu, coordenador executivo do Organics Brasil.

O Brasil já é conhecido pelo açúcar, castanhas, frutas e outros ingredientes que faz do país um importante fornecedor de matéria prima. Agora, as empresas nacionais começam a colocar suas marcas próprias, já consolidadas no mercado interno, como a Native, introduzindo a linha de sucos, a Bio2 com barra de frutas. Empresas novas como: a Organique, com bebida energética; e a Petruz, com a linha de açaí junto a linha de franquia com máquinas de smoothie em pontos de venda lançadas nos Estados Unidos.

Sobre Organics Brasil – O Projeto Organics Brasil (www.organicsbrasil.org) é o resultado de uma ação conjunta da iniciativa privada com o IPD (Instituto de Promoção do Desenvolvimento) e da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), compondo uma sólida base institucional criada para fortalecer o setor brasileiro de orgânicos e viabilizar sua expansão no mercado internacional.

Fonte: Brazil Export.

Projeto quer tornar zona rural de Porto Alegre exclusiva para produção de orgânicos

Vai voltar à Câmara de Vereadores a ideia de fazer da  zona rural de Porto Alegre um “território livre de agrotóxicos e transgênicos”, produzindo apenas alimentos orgânicos.

A proposta é da Agapan, a pioneira do movimento ambiental, e já resultou num projeto do vereador Comassetto, do PT.

Foi apresentada em setembro de 2015 e derrotada por cinco votos.

“Por dificuldade de mobilização, acabamos derrotados”, diz o vereador.

Esperando que corrigir esta falha, Comasseto apresentará novamente a proposta.

Um texto para discussão já está circulando e será tema de uma reunião no dia 14 de março, a partir das 11 horas na Câmara de Vereadores.

Na mesma data e local a Agapan falará na Tribuna Popular sobre a situação das árvores de Porto Alegre.

Fonte: Jornal Já.

Pesquisas em agroecologia e produção orgânica receberão R$ 4 milhões

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) abriram chamada pública para conceder apoio financeiro a atividades de extensão, pesquisa e educação relacionadas à agroecologia e a sistemas orgânicos de produção.

Os aportes disponíveis para propostas aprovadas totalizam R$ 4,07 milhões, sendo R$ 2,6 milhões destinados ao pagamento de bolsas e R$ 1,4 milhão ao custeio das pesquisas. Cada projeto terá valor máximo de financiamento de R$ 100 mil.

A chamada pública tem como público-alvo estudantes do ensino básico, técnico e tecnológico; agricultores familiares; produtores em transição agroecológica ou envolvidos com a produção orgânica ou de base agroecológica; além de professores de instituições de ensino da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

Os projetos inscritos devem integrar atividades de extensão tecnológica, pesquisa científica e educação profissional para construção e socialização de conhecimentos e técnicas relacionados à agroecologia e aos sistemas orgânicos de produção. O edital prevê também a implantação ou manutenção de núcleos de estudo em agroecologia e produção orgânica.

Resultado
O resultado da seleção deverá ser divulgado a partir de 12 de julho, no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet. Os interessados devem enviar suas propostas até 12 de maio deste ano.

A última chamada pública do Mapa e do CNPq ocorreu em 2014 e foi voltada à pesquisa em sementes, adubos verdes e boas práticas de extrativismo. Com investimento de R$ 6,8 milhões, o edital selecionou 23 projetos, que resultaram no apoio a 119 núcleos.

O Mapa estima que, até o momento, os estudos beneficiaram mais de 125 mil pessoas (técnicos, agricultores e estudantes) e viabilizaram mais de 1,7 mil produções acadêmicas.

Fonte: Portal Brasil.

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